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Política

Chega estranha silêncio do PS de Coimbra após recurso para o Tribunal Constitucional (com vídeos)

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O Chega recordou hoje, de viva voz, nas Caves de Coimbra, porque é que espera que o Partido Socialista (PS) seja impedido de concorrer às  próximas eleições Autárquicas no concelho de Coimbra

A conferência de imprensa contou com as participações, entre outros, de Paulo Seco, líder da Distrital, do candidato Miguel Ângelo Marques e do mandatário Fernando Caldeira.

Lembramos que o Juízo Local Cível do Tribunal de Coimbra emitiu um despacho onde se pode ler que Odete Isabel, mandatária da Lista do Partido Socialista, não se encontrava recenseada no círculo eleitoral de Coimbra, conforme noticiou em exclusivo o NDC.

Na sequência desta irregularidade processual, a candidatura do PS procedeu à substituição da mandatária, com junção de novas declarações de concordância subscritas por todos os candidatos, o que obrigou o Partido Socialista a recolher as assinaturas dos seus 453 candidatos.

Foi nesta nova recolha de assinaturas que o Chega alertou o Tribunal de Coimbra para eventuais irregularidades nas assinaturas. O mandatário da lista afirma no recurso que “as declarações de aceitação de vários candidatos constantes nos autos são meras reproduções (fotocópias, digitalizações de impressos e, em alguns casos, digitalização da própria assinatura)”.

Conforme dava conta o Notícias de Coimbra, o Tribunal de Coimbra decidiu “julgar improcedente, por falta de fundamento, a reclamação apresentada pela lista da candidatura do Partido CHEGA, à candidatura apresentada pelo Partido Socialista aos órgãos de autárquicos Câmara Municipal de Coimbra, Assembleia Municipal de Coimbra e Assembleias de Freguesias”, “mantendo-se em todos, como admitida”.

A candidatura do Chega a Coimbra decidiu recorrer da decisão do Tribunal de Coimbra com recurso interposto ao Tribunal Constitucional.

Miguel Ângelo Marques, cabeça de listado Chega a Coimbra, encara com estranheza o silêncio do PS em relação a este processo.

“Acho que deviam ter feito um jogo mais limpo, não era assim que deviam ter começado a campanha eleitoral tão importante como esta é para a cidade de Coimbra. E os conimbricenses têm o direito de saber o que se passou, e a nossa reação foi baseada em 24 horas, tivemos que reagir logo. E por isso a nossa estranheza em verificar que mais ninguém se manifestou”, afirma ao NDC.

O mandatário Fernando Caldeira, explica ao Notícias de Coimbra que ainda não há decisão do recurso no Tribunal Constitucional, e que este ainda se encontra no prazo legal de dez dias para a obtenção da resposta ao processo.

Contactado pelo NDC, Carlos Cidade, presidente da Concelhia do PS de Coimbra, afirma que não tem intenções de comentar o caso, aguardando a decisão do Tribunal Constitucional.

O também nº 2 da lista de Manuel Machado adianta ainda que “a reclamação do Chega não é contra o PS, é contra a decisão do Tribunal. Mas entende que é uma reclamação que não tem correspondência com a verdade”,

“Em democracia não se ganha na secretária, ganha-se no ato eleitoral”, remata Carlos Cidade.

Veja o direto NDC com Fernando Caldeira e Miguel Ângelo Marques:

Veja o direto NDC da conferência do Chega:

 

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