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Primeiro presidente da ANMP diz que cultura do compromisso é ex-líbris da associação

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O primeiro presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), Artur Torres Pereira, que exerceu o cargo entre 1984 e 1990, disse hoje que a marca distintiva daquela entidade é a “cultura do compromisso”.

Intervindo na Figueira da Foz na cerimónia comemorativa dos 30 anos da ANMP, o antigo presidente da Câmara de Sousel, eleito pelo PSD, classificou de “ex-líbris” a cultura do compromisso, alegando que a associação que representa os municípios “ouviu “sempre” todos, independentemente da cor política.

“Deitámos fora os radicalismos pueris de quem acha que tem sempre razão, de quem não se engana, que nunca tem dúvidas. Nós sempre tivemos dúvidas, sempre ouvimos todos”, afirmou Artur Torres Pereira.

Referiu ainda a que a maioria da população portuguesa tem mantido a crença na democracia: “Isso é um crédito do poder local, que muitos governos até hoje não conseguiram perceber”, frisou.

Na sessão, realizada no salão nobre da autarquia da Figueira da Foz – cidade que acolheu o primeiro congresso da ANMP, em 1984 – foram homenageados, para além de Torres Pereira, os restantes presidentes da associação, Mário de Almeida (1990-2002) e Fernando Ruas (2002-2013).

Manuel Machado, autarca de Coimbra e atual presidente da ANMP, recordou Aguiar de Carvalho, antigo presidente da Câmara da Figueira da Foz, já falecido, considerando-o “um dos obreiros” da associação de municípios portugueses.

Na ocasião, João Ataíde, atual presidente da Câmara, anunciou a doação à ANMP do espólio documental relativo à fundação daquela entidade, até aqui à guarda do município da Figueira da Foz.

 

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