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Nunca mais compre estas coisas de “marca branca”. Especialistas explicam porquê

NOTÍCIAS DE COIMBRA | 11 minutos atrás em 02-02-2026

Com os preços a subirem e cada vez mais pessoas a apertarem o orçamento, muitos consumidores acabam por optar pela versão mais barata de produtos no supermercado ou lojas online.

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No entanto, especialistas em consumo alertam que nem sempre “barato sai barato”: escolher a opção mais económica pode resultar em frustrações, menor durabilidade e até maior gasto a longo prazo.

De acordo com várias análises de compras inteligentes, há categorias de produtos em que investir um pouco mais em qualidade vale muito mais a pena. Por exemplo, roupa e calçado com materiais melhores tendem a durar mais e evitar substituições frequentes, o que reduz custos no longo prazo.

Artigos domésticos como papel higiénico barato ou sacos de lixo de baixa qualidade também podem sair caros: no caso do papel, por exemplo, as versões mais finas são menos eficazes e são usadas em maiores quantidades, anulando a poupança inicial; já os sacos demasiado fracos podem rebentar facilmente, causando transtornos.

Outro exemplo apontado pelos especialistas é o colchão e utensílios de cozinha baratos: uma cama de má qualidade pode prejudicar o descanso, enquanto panelas e tachos fracos tendem a desgastar‑se cedo e a aquecer de forma desigual, exigindo substituições frequentes.

Por fim, há também casos em que as versões mais baratas não entregam o desempenho ou durabilidade necessários, como carregadores electrónicos ou ferramentas de utilização regular — itens em que se gasta a mais depois de repetidas substituições.

Em suma, comprar barato nem sempre é sinónimo de poupança: para muitos produtos essenciais ou de uso frequente, escolher alternativas de melhor qualidade pode representar um investimento mais inteligente e menos dispendioso ao longo do tempo.