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Marcelo saúda subida do ‘rating’ da CGD e elogia plano estratégico do banco

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O Presidente da República saudou hoje a subida do ‘rating’ da Caixa Geral de Depósitos (CGD) pela agência de notação financeira Moody’s e elogiou o plano estratégico do banco, considerando que foi “um elemento essencial”.

A agência de notação financeira Moody’s subiu em um nível a avaliação da dívida sénior de longo prazo da CGD, de Ba1 para Baa3, grau de investimento, anunciou hoje o banco público.

Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa saúda esta subida do ‘rating’ da Caixa Geral de Depósitos (CGD), referindo que acontece “não obstante o contexto da difícil situação económica e social que o país tem vindo enfrentar, por força da crise pandémica da covid-19”.

“Para este resultado positivo muito contribuiu o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos e no qual a implementação do plano estratégico representou um elemento essencial no reforço do desempenho económico e financeiro da CGD”, considera o chefe de Estado.

No comunicado hoje enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a CGD assinala que com esta avaliação da Moody’s a dívida sénior de longo prazo regressa ao grau de investimento “após um período de dez anos, constituindo um importante marco na evolução e no posicionamento da Caixa no mercado”.

A Moody’s subiu também o ‘rating’ da dívida sénior de curto prazo do banco público, incluindo papel comercial, de ‘Not Prime’ para o nível P-3, e o ‘rating’ de dívida sénior não preferencial de longo prazo subiu igualmente em um nível, de Ba2 para Ba1, refere a CGD.

Em março de 2017, pouco depois de Paulo Macedo iniciar funções como presidente executivo da CGD, o Presidente da República fez questão de tirar com ele uma “fotografia de equipa” e manifestou-se confiante na recapitalização do banco.

Um ano mais tarde, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que o processo de recuperação da CGD estava a correr bem, mas que era um processo difícil, que exigia sacrifícios, que no seu entender se justificavam, para que o banco público tivesse futuro.

Segundo o chefe de Estado, num primeiro momento, conseguiu-se garantir “a sobrevivência da instituição”, e a seguir era preciso assegurar “o crescimento, a consolidação e o peso que é muito importante para a economia portuguesa”.

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