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Inflação: PS insiste em “aumentos e não cortes” nas pensões. BE e IL criticam “incompetência” e “teatro”

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 O PS insistiu hoje que em 2024 “cada pensionista não receberá nem menos um cêntimo” do que no ano anterior, garantindo “aumentos e não cortes”, com IL e BE a acusar o governo de “incompetência” e “teatro”.

Os partidos trocaram argumentos no período de declarações políticas, na reunião da Comissão Permanente – órgão que funciona na Assembleia da República durante o período de interrupção para férias – antecipando o tema do debate que se seguiu com a presença do governo.

O líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, defendeu as medidas tomadas pelo executivo no início desta semana, nomeadamente as referentes às pensões, que têm sido criticadas por todos os partidos, dizendo que “hoje cada pensionista sabe quanto será o seu aumento de pensões, assim como terá já uma prestação para responder à inflação”.

“Entre 2022 e 2023 a palavra que utilizamos é sempre mais: mais pensões, mais rendimentos. Aumento de pensões, o maior desde a adesão ao euro, e, em 2024, as pensões continuarão a progredir, de acordo com a análise da evolução de preços que se fará em 2023, sabendo desde já cada pensionista que, em janeiro de 2024, não receberá nem menos um cêntimo do que receberá em dezembro de 2023. Ou seja, aumentos e não cortes”, salientou.

O líder parlamentar socialista deixou ainda críticas ao PSD, acusando-o de uma austeridade “versão 2.0” quando diz que “o Governo tem mais 4,5 ou 7 milhões de euros de receitas adicionais e depois apresenta um programa de emergência social de mil milhões de euros.

O PS criticou também as bancadas à esquerda, dizendo que “quem deserta a meio de uma pandemia não é confiável” e que “essa é a esquerda de que a direita gosta”.

Por parte do BE, o líder parlamentar do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares, acusou o governo de “teatro” com o pacote apresentado e de não querer “contas certas” mas sim “o saco certo e agora atira migalhas”.

Do lado da Iniciativa Liberal surgiram críticas à governação do PS em várias áreas, desde a educação à saúde, mas também ao pacote de combate à inflação, com Rodrigo Saraiva a atirar que o Governo é incompetente.

“Seja a apresentar pacotes anti-inflação, seja a apresentar orçamentos do estado, seja na gestão do curto, médio e longo prazo, quando os portugueses precisam, o PS falha. E falha porque é incompetente, porque é prepotente e porque mente”, atirou.

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