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Coimbra

IC6 e ligação sul do IP3 vão esta semana ao crivo do ministro das Infraestruturas

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A Região de Coimbra apresenta esta quarta feira ao ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, um “caderno de encargos” sobre as ligações rodoviárias que foram retiradas do Plano de Recuperação e Resiliência, disse hoje ao NDC o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital e da Comunidade Intermunicipal.

Das empreitadas públicas fazem parte a ligação do IP3 à A13, com a construção de uma nova ponte sobre o Mondego a montante da Portela em Coimbra, entre outras obras rodoviárias, cuja saída foi contestada por políticos e empresários da região.

José Carlos Alexandrino disse hoje que o concurso do IC6 entre Tábua e Seia está em fase de contestação e que existem cerca de uma dúzia de empresas ou consórcios interessados na elaboração do projeto do itinerário complementar no troço de cerca de vinte quilómetros.

Em fevereiro deste ano foi publicado pela Infraestruturas de Portugal (IP) o concurso público para a elaboração do projeto de execução deste troço do IC6 entre o Nó de Tábua e o Nó da Folhadosa (EN17), que inclui um estudo de avaliação ambiental. Constitui o prolongamento do IC6 – Catraia dos Poços/Venda de Galizes -, com início após o nó de ligação de Tábua e fim no nó de Folhadosa, com ligação à EN17, com extensão de 19 quilómetros.  Servirá diretamente os concelhos de Tábua e Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, e o concelho de Seia, no distrito da Guarda. Não se trata, nesta fase ainda, da construção do itinerário complementar até à Covilhã, como previsto há mais de duas décadas.

A ministra da Coesão Territorial reafirmou hoje também que a obra do IC6 é para fazer e que vai demorar vários anos a estar concluída. “Há uma resolução do conselho de ministros” que garante a construção da estrada, afirma reiterando que a obra saiu do Plano de Recuperação e Resiliência porque este prevê ter as intervenções concluídas em 2025.

O IC6 irá substituir a Estrada Nacional 17,  também conhecida como Estrada da Beira, que permitia há mais de cem anos a ligação rodoviária entre Celorico da Beira, distrito da Guarda e Coimbra. Chegou a ser a ligação do centro litoral a Espanha, ligando à fronteira de Vilar Formoso.

José Carlos Alexandrino e Ana Abrunhosa falavam no final da inauguração de uma estátua em homenagem às mães que decorreu hoje em Oliveira do Hospital.

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