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Hospital Compaixão à venda por 10 milhões de euros

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Notícias de Coimbra sabe que o ainda encerrado Hospital Compaixão, em Miranda do Corvo, está à venda por um valor que ronda os 10 milhões de euros “negociáveis”.

Fonte conhecedora do processo revela a NDC que o social demoocrta Jaime Ramos, presidente da Fundação ADFP, propietária do Hospital Compaixáo,”está cansado de esperar ” por um acordo com Marta Temido e que “está a ser perseguido, por razões políticas, pelos socialistas do Ministério da Saúde”.

Recordamos que a administração disse em março que o Hospital Compaixão “tem recursos humanos” e “está disponível para efetuar um contrato com o Estado para o funcionamento de 40 camas de cuidados continuados”, o que vai permitir financiar a abertura de toda a unidade também nas restantes valências dentro de 90 dias”.

Esta instituição tem acusado a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) de “puro sectarismo” ao recusar contratar camas para internamentos em cuidados continuados.

A instituição liderada pelo médico Jaime Ramos, antigo deputado do  PSD e governador civil de Coimbra, acusa a ARSC de “favorecer contratos de Cuidados Continuados em unidades nascidas de negócios lucrativos da banca em prejuízo das IPSS, instituições sem fins lucrativos”.

A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) tem dito que o Hospital Compaixão poderá beneficiar de acordos com a tutela a partir do momento em que comece a funcionar, mas Jaime Ramos só aceita abrir depois de garantir o acordo.

A ministra da Saúde sublinhou em janeiro que não há recursos humanos no Hospital Compaixão, em Miranda do Corvo,  e apelou aos partidos que parem de “enganar os portugueses” quando dizem que a instalação não está a ser aproveitada.

“Por várias vezes me perguntaram pelo Hospital de Miranda do Corvo, volto a dizer, onde está o hospital? (…) O que temos são camas, o que temos é espaço, o que temos é um contrato que o Serviço Nacional de Saúde já tem com esse mesmo hospital para cerca de 80 camas de cuidados continuados integrados”, esclareceu Marta Temido.

Em dezembro, Jaime Ramos disse a Marta Temido que “podemos ceder ao Estado todo o investimento que realizámos, desde que o Ministério da Saúde assuma gerir adequadamente e diretamente o Hospital, aproveitando o seu potencial, respondendo às necessidades das populações e colocando-o ao serviço do interesse público”.

Ao longo de 10 páginas a imobiliária Option House faz um resumo detalhado do Hospital Compaixão,  propriedade da Fundação ADFP – Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional, Instituição Privada de Solidariedade Social (IPSS), inserido no denominado Pinhal Interior Norte.

A Option House salienta que a área de influência do Compaixão corresponde aos concelhos de Alvaiázere, Ansião, Arganil, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penela, Tábua e Vila Nova de Poiares.

Tem como objetivo principal, dotar aqueles concelhos de valências médicas, cirúrgicas e meios complementares de diagnóstico e terapêutica diferenciados, bem como cuidados de saúde inseridos na Rede Nacional de Cuidados Continuados, acrescenta a empresa.

Esta unidade de Saúde Hospitalar localiza-se em Miranda do Corvo, na Alameda da Moitas, simultaneamente em meio urbano e rural, num meio físico salubre e bem arejado, de fácil acessibilidade, dispondo de infraestruturas viárias, abastecimento de água, saneamento, recolha de lixos, energia elétrica e telecomunicações. 

O edifício possui todas as condições técnicas e formais (licenciamentos) para imediato início de atividade – eletricidade, água, telecomunicações incluindo Wifi em todos os pisos, ar condicionado, esgotos, ETAR, etc, garante a Option House.
 

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