A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) registou, devido à passagem da depressão Kristin, constrangimentos “pontuais” no transporte de mercadorias e o encerramento temporário de seis supermercados em Leiria, Figueira da Foz e Marinha Grande.
Assim, a APED indicou que regista “constrangimentos pontuais no transporte de mercadorias e no encerramento temporário de 6 das 41 lojas” dos seus associados nos concelhos de Leiria, Figueira da Foz e Marinha Grande.
Segundo a associação, foram “de imediato acionadas medidas para minimizar esta situação”, estando as populações afetadas a ser “devidamente encaminhadas”, com acesso a informação afixada nos espaços comerciais encerrados, para as lojas mais próximas em funcionamento.
A APED assegurou que os constrangimentos são localizados, rejeitando “qualquer rutura da cadeia de abastecimento alimentar no País”, incluindo nas regiões mais atingidas, garantindo que está “acautelada a resposta às necessidades das populações”.
A APED assegurou ainda que “os seus associados tudo farão para garantir o regresso à normalidade o mais rapidamente possível, nas zonas afetadas”.
A passagem da depressão Kristin pelo território português, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.
Leiria, por onde a depressão entrou no território do continente, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.
O Governo anunciou que vai decretar situação de calamidade nas zonas mais afetadas pela tempestade.