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Coimbra

“Fregueses vão pagar a Feira Popular” de Coimbra. Mas a entrada é gratuita (com vídeo)

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Os “fregueses de Santa Clara vão pagar” os 17 dias da Feira Popular de Coimbra através dos fundos da Freguesia disse hoje o presidente da Junta durante a conferência de Imprensa de apresentação. A Câmara Municipal de Coimbra revelou que o apoio à Feira Popular se salda em 18 mil euros na forma de serviços municipais, sendo a maioria de limpeza, Polícia Municipal e energia elétrica.

José Simão manifestou hoje desapontamento com o novo executivo municipal, que acusa de falta de apoio àquele que chama de “maior evento de Coimbra”.

O presidente da Junta confirmou, em entrevista ao Notícias de Coimbra, que a Câmara Municipal presidida por José Manuel Silva optou por “não comprar a bilheteira”, o mesmo é dizer que não vai apoiar o evento com cerca de 50 mil euros que o executivo anterior, do PS, despendeu em 2019. As entradas são gratuitas para o público, confirmou José Simão.

“Esteve periclitante, mas não podíamos deixar de fazer a Feira Popular” – acrescenta o autarca de freguesia eleito pela coligação Juntos Somos Coimbra, de que faz parte o PSD.

Com uma expectativa de “prejuízo na junta de algumas dezenas de milhares de euros” e uma previsão de custos a rondar os 140 mil euros, o executivo da margem esquerda do Mondego decidiu “usar o dinheiro de reserva da Junta” no que considera ser um “investimento na população, no divertimento e nas coletividades”. Assume também que será uma uma aposta na economia regional e mesmo local, porque terá “muita gente de Coimbra a fazer o seu negócio”.

A Câmara aprovou em março o montante que ronda os 18 mil euros, e confirmou ao Notícias de Coimbra que a maior fatia, de 5302,20 euros, diz respeito à Divisão de Saúde e Ambiente, para limpeza da área envolvente ao recinto e recolha indiferenciada de resíduos urbanos. Segue-se o serviço prestado pela Polícia Municipal (5018,40 euros) e pela Divisão de Gestão de Edifícios e Administração Direta, onde se inclui o fornecimento de energia elétrica e de água (4900 euros).

A verba – revela a CMC – engloba ainda os serviços prestados pela Divisão de Obras e Administração Direta, no valor de 3256,80 euros, para manutenção e regularização do recinto, disponibilização de vasos decorativos e na divulgação do evento, assim como na isenção de pagamento de taxas.

Veja a entrevista a José Simão no direto Notícias de Coimbra.

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