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Coimbra é uma cidade inteligente?

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A Rede Nacional de Cidades Inteligentes foi hoje subscrita no Porto por 25 municípios, numa agregação que o autarca local classificou como “uma liga de cidades orientada para o desenvolvimento sustentável e para um futuro mais inclusivo”.

“Estamos a dar arranque a uma rede de cidades portuguesas. Os municípios pretendem encontrar as melhores soluções para os desafios colocados pelas novas exigências tecnológicas, ambientais, sociais e económicas. O que estamos aqui hoje a fazer é a criar uma liga de cidades, orientada para a o desenvolvimento sustentável e para um futuro mais inclusivo”, frisou o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, na cerimónia realizada esta tarde nos Paços do Concelho.

O projeto, que conta com a cooperação do centro de inovação INTELI, visa criar uma rede de inovação e tecnologia e tem como prioritárias intervenções nas áreas da eficiência energética e da mobilidade inteligente, indicou o autarca.

“É tudo o que tem a ver com a qualidade de vida, com aquilo que tenho descrito como tornar as cidades mais confortáveis e mais interessantes. Tudo isso é possível utilizando menos recursos e utilizando recursos ambientalmente mais competentes. As cidades, que antes eram vistas como problema ambiental, hoje são provavelmente a saída para esse problema”, observou Rui Moreira, em declarações aos jornalistas.

O autarca, que presidiu à cerimónia, vincou que “os municípios estão cada vez mais atentos às necessidades dos cidadãos e à necessidade de fazer com que cidades tenham soluções mais inteligentes, mais ágeis e económicas”, destacando a importância de trabalhar em rede.

“Tenho falado numa Liga de Cidade no sentido exatamente do crescimento deste municipalismo. Muitas cidades têm vindo a desenvolver projetos muito interessantes, mas tudo isto não faz sentido se as cidades ficarem em ilhas isoladas”, frisou.

Para o presidente da Câmara do Porto, ao colaborarem, os municípios ficam “mais fortes” e criam “novos fatores de competitividade para a economia portuguesa”.

“Estaremos, então, a criar um produto que é exportável e que, acima de tudo, afirma a nossa competitividade e a nossa imagem. Antigamente, o que nos distinguia era competirmos por pequenas coisas bairristas. Aqui estamos a criar massa crítica”, destacou.

Para o autarca, “as tecnologias e o conhecimento têm também que estar ao serviço do caráter de cada cidade” e é “a diversidade dos vários parceiros que pode criar um ecossistema diferenciador e competitivo”.

“Se desta partilha de experiencias e ‘know-how’ resultarem projetos conjuntos e concretos, nomeadamente em cooperação com empresas locais, seremos capazes de nos fortalecer individualmente e de fortalecer a nossa posição na Europa e no Mundo”, sublinhou.

Aveiro, Beja, Braga, Cascais, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guimarães, Leiria, Loures, Portalegre, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu foram algumas das cidades que hoje assinaram uma adenda ao contrato de consórcio que criou a RENER.

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