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Cinema Português na Praça 8 de Maio

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Tiago Santos, Presidente do Centro de Estudos Cinematográficos (CEC) da Associação Académica ade Coimbra (AAC), inscreveu-se para intervir na reunião pública da Câmara Municipal de Coimbra para saber  com o que pode contar em relação a apoios do município ao Festival Caminhos do Cinema Português.

O representa do oevento,  que vai na vigésima edição e é o único que mostra todo o tipo de cinema nacional, está descontente por a CMC não dar qualquer tipo de apoio monetário ao certame e declarou-se mesmo chocado com o facto da autarquia ter recusado integrar a Comissão de Honra.

Tiago declarou  entender que a CMC não desse qualquer valor pcor causa dos famosos encontros d contas entre a CMC e a AAC, mas como até tinha apresentado o pedido em nome do CEC (que não tem personalidade jurídica) e da Caminhos do Cinema Português — Associação das Artes Cinematográficas de Coimbra (autónoma da AAC), custava-lhe a perceber que a CMC não lhe desse a honra de estar na comissão.

Não e não respondeu Manuel Machado, que andou a pesquisar no Google, nos arquivos municipais e não encontrou essa Associação, pelo que, como manda a Lei, não há dinheiro nem comissão, deixando no ar a ideia de que sabia mais do que estava a falar.

Se o Presidente da CMC tivesse procurado noutro lado, por exemplo no Diário da República, tinha encontrado. Foi o que aconteceu a NDC, que viu os estatutos da entidade publicados na edição de 17 de Janeiro de 2002.

Já com o representante do CEC a caminhar para a  Padre António Vieira, a oposição social democrata, pela voz de Raimundo Silva  e Barbosa de Melo, pede a palavra, para dar o seu apoio aos cinéfilos e estranhar que a CMC  recuse estar numa comissão que integra, entre outros, o Presidente da Republica, o Primeiro Ministro e a Presidente da Assembleia da República.

Cinema é cultura, há que dar voz à vereadora do pelouro, que se manteve em silêncio enquanto Tiago Santos esteve na sala das sessões.

Carina Gomes declara que a CMC apoiava, mas em espécie, em logística,  com isenção de taxas, licenças, brindes, e recepção nos Paços do Concelho, contributos que foram recusadas pelo CEC.

Ninguém perguntou, mas NDC questiona. Então a CMC que não pode dar apoio monetário ao CEC ou à Associação, que se recusa integrar a comissão de honra, dava esses apoios com base em que regime legal?

Declaração de interesses: O director do NDC integra o Júri de imprensa do Festival Caminhos do Cinema Português

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