O cão português Bobi perdeu esta quinta-feira, 22 de fevereiro, o título de mais velho do mundo, depois do Guinness World Records informar que não há provas que confirmem a idade do rafeiro alentejano.
No caso do patudo, “estavam os dados do microchip provenientes da base de dados do governo português, o SIAC, que, ao que parece, quando foi chipado em 2022, não exigia prova de idade para cães nascidos antes de 2008″.
Acrescenta o Guinness que com a “declaração veterinária adicional fornecida como prova da idade do Bobi, que também cita dados do microchip”, ficaram sem provas conclusivas para provar definitivamente a data de nascimento do animal.
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“Temos um enorme orgulho em garantir o melhor possível a exatidão e a integridade de todos os títulos de registo”. Contudo, na “sequência de preocupações levantadas por veterinários e outros peritos, tanto a nível privado como em comentários públicos, e das conclusões de investigações conduzidas por alguns meios de comunicação social, considerámos importante iniciar uma análise do registo do Bobi”, disse Mark McKinley, Diretor de Registos da Guinness World Records.