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António Costa pede exigência no plano de recuperação

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O primeiro-ministro afirmou hoje que a missão da comissão de acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) é ser exigente na monitorização da execução, salientando que Portugal está perante uma “oportunidade única” e uma “responsabilidade enorme”.

Esta advertência foi transmitida por António Costa no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, durante a sessão de lançamento da Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR, entidade que envolve representantes de instituições e organismos sociais, económicos, académicos, ambientais e do Poder Local e que será presidida pelo gestor e professor universitário António Costa Silva.

“A missão desta comissão de acompanhamento é ser exigente relativamente à execução deste plano, não se limitando a ter uma função passiva, mas, pelo contrário, sendo ativa na mobilização da sociedade. Queremos que faça críticas, dê sugestões e sinalize alertas, através de um acompanhamento permanente e exigente”, declarou o primeiro-ministro, num discurso em que procurou dramatizar o caráter fundamental de uma execução eficaz do PRR.

“O país vai dispor nos próximos anos de recursos financeiros disponibilizados pela União Europeia que correspondem em média ao dobro do que gastámos nos melhores anos de execução desde a adesão do país [à CEE]. É uma oportunidade única, o que significa uma responsabilidade enorme para todos nós”, acentuou.

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