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Desporto

Académica pode ir parar às mãos de investidores desconhecidos

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A Direção da Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol (AAC/OAF) realiza esta noite uma sessão de esclarecimento aberta a todos os sócios relativamente ao projeto SAD. O Notícias de Coimbra teve acesso ao pré-acordo e ao Acordo Parassocial e sabe que apesar de o negócio ser feito com a empresa americana Athlon esta tem plenos poderes para ceder a sua posição contratual. 

O contrato para a constituição da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) prevê que a AAC/OAF fique com 51% do capital social e a Athlon Family Office, presidida por Anna Guerreiro, com 49%. Contudo, o ponto 1.4 do Acordo Parassocial prevê que a investidora possa ceder a sua posição contratual “a qualquer entidade afiliada, desde que a mesma venha a ser acionista da SAD”.

O negócio combinado entre a Direção da AAC/OAF e a potencial investidora americana contempla que a Sociedade Anónima Desportiva (SAD), a ser constituída, pague 10 mil euros por mês à Briosa pela ocupação da Academia e Estádio Municipal, conforme o Notícias de Coimbra informou. Além disso, a empresa de Anna Guerreiro quer receber 80% do valor das vendas dos jogadores até recuperar a totalidade do investimento e mais 50%.

A empresária americana, casada com um português, não tem respondido aos sucessivos pedidos de esclarecimento do NDC. No entanto, recentemente surgiu ao lado do advogado e vice-presidente da Académica OAF, Afonso Pedrosa, numa fotografia que acompanha uma entrevista publicada na revista Impact Wealth na qual fala sobre os investimentos em curso em Portugal.

 

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