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AAC afirma que não está a ser respeitada pela CMC

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A Associação Académica de Coimbra (AAC) afirma que a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) está a servir-se da festas para fazer política e ganhar dinheiro.

Pedro Pintor, Administrador da AAC confirma que foi identificado pela PSP por causa da AAC ter decidido prolongar as noites dos festejos até às 6:00. Justifica o não acatamento da ordem da autarquia, que só deu licença até às 4:00, porque está em causa a sustentabilidade dos eventos organizados pela  academia.

O estudante lamenta que não haja flexibilidade e condescendência por parte da autarquia dirigida por Manuel Machado. Como é que duas instituições que deviam estar lado a lado se calhar estão em risco de estarem de costas voltadas, questiona Pedro Pintor.

José Dias, Presidente da Direcção da AAC, salienta que a CMC está a prejudicar a Queima das Fitas e a Festa das Latas  quando permite  o funcionamento fora de horas de cafés, pastelarias e restaurantes no Largo da Portagem, o que fará com que os estudantes não atravessem a Ponte de Santa Clara para se divertirem no “Queimódromo”

O líder da AAC recorda que o recinto da Praça da Canção foi feito de propósito para as festas estudantis e confirma que é impossível realizar festas que terminem às 4:00.

As criticas da AAC à CMC não se resumem à questão dos horários, mas também se estendem ao pagamento de taxas por parte dos concessionários que vendem  comidas e bebidas no “Queimódromo”, pois, apesar da autarquia permitir que a AAC ocupe o recinto, continua a cobrar esse tipo de receitas às concessionárias.

Sem os estudantes, sem as festas académicas, a cidade de Coimbra não existe. Há aproveitamento político, económico e financeiro do município, conclui Pedro Pintor, que também acusa a CMC de não respeitar a AAC.

Estas declarações foram efectuadas na hora de fazer o balanço da festa das latas. Os responsáveis da Festa das Latas confirmaram que os concertos tiveram menos espectadores do que em 2015. As apostas em repetentes, como Guano Apes ou José Cid, ficaram muito aquém das expectativas dos dirigentes academistas. O fracasso do primeiro dia, com Nelson Freitas, confirma que a moda do Kizomba está a começar a passar ao lado dos estudantes.

Quando confrontados com o facto do cartaz poder não ser do agrado dos estudantes, os dirigentes da AAC argumentaram que tal se deve à contenção de custos. O que não justifica tudo. Para já, não se sabe se a “Latada” deu lucro ou prejuízo.

 

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