O ‘site’ institucional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) está novamente operacional, após mais de três semanas indisponível para alterações técnicas, anunciou hoje a instituição.
“Concluído o período de implementação dos mecanismos de correção e das atualizações de segurança, informamos que a nossa página web está novamente disponível”, anunciou hoje a ANEPC numa breve nota enviada à agência Lusa, na qual lamenta “qualquer inconveniente causado”.
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No passado dia 31 de dezembro, a Lusa noticiou que o site institucional e sistema público de ocorrências da Autoridade Nacional de ANEPC tinha sido suspenso temporariamente cerca de 15 dias antes “por razões estritamente preventivas e de segurança” devido a “vulnerabilidades identificadas”.
Numa resposta enviada à Lusa, a ANEPC avançou, na altura, que estava prevista a reposição da publicação do ‘site’ institucional e do portal de ocorrências durante a segunda semana de janeiro de 2026 “após a conclusão integral dos trabalhos técnicos de reforço de segurança”.
A Proteção Civil explicava que, após terem sido identificadas, no início de dezembro, novas vulnerabilidades críticas em diversas tecnologias de gestão de conteúdos e plataformas web, a Rede Nacional de Segurança Interna (RNSI), que aloja e suporta a maioria das aplicações e sistemas críticos das forças de segurança e de emergência do Ministério da Administração Interna, desencadeou de imediato os procedimentos necessários junto das entidades responsáveis.
Foi efetuada, “durante a semana de 15 de dezembro, a aplicação dos respetivos mecanismos de correção e atualizações de segurança”.
“No caso específico do ‘site’ público da ANEPC, verificou-se que a aplicação dos referidos ‘updates’ não eliminou de forma integral as vulnerabilidades identificadas. Por razões estritamente preventivas e de segurança, e com o objetivo de evitar qualquer exposição a potenciais ataques ou intrusões, foi decidido suspender temporariamente a publicação na internet do site institucional e do sistema público de ocorrências (SADO)”, precisou.
A Proteção Civil sublinhava então que esta suspensão era apenas externa e não afetava o funcionamento operacional dos sistemas da ANEPC, continuando o SADO e os restantes sistemas “plenamente operacionais e acessíveis a todas as entidades do Estado com ligação através de circuitos privados da RNSI”.
A ANEPC garantia ainda não existir “qualquer impacto na capacidade de resposta operacional ou na coordenação da proteção civil”.
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