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Videovigilância contra incêndios vai cobrir 90% do território da Região de Coimbra (com vídeos)

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A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra apresentou hoje, na Figueira da Foz, a 18ª torre de videovigilância, de um total de 20. Para que a região fique com uma cobertura de 90% ficam apenas a faltar os concelhos de Condeixa-a-Nova e Montemor-o-Velho que deverão ter os equipamentos a funcionar no início de agosto, adiantou Emílio Torrão, presidente do organismo intermunicipal. 

O dispositivo hoje apresentado na Serra da Boa Viagem, no concelho da Figueira da Foz, “cobre praticamente todo o concelho da Figueira da Foz e algumas parcelas dos municípios vizinhos”, salientou Jorge Brito, secretário executivo da CIM. O Sistema Integrado de Videovigilância para a Prevenção de Incêndios Florestais deverá ficar concluído no final de julho com a instalação de mais duas torres de videovigilância nos concelhos de Montemor-o-Velho e Condeixa-a-Nova e vai permitir uma cobertura territorial de 90% na região. 

“O sistema vai contribuir para uma menor exposição ao risco e à vulnerabilidade de incêndio”, frisou Jorge Brito, salientando que, na Figueira da Foz, o projeto foi otimizado através de um protocolo do município com os Bombeiros Voluntários locais para efetuarem vigilância permanente nos restantes 5% do território municipal, situados em zonas sombra.

“Para nós é muito importante garantir esta segurança à população”, referiu Anabela Tabaçó, vereadora da Câmara Municipal da Figueira da Foz. “Além da serra e da floresta, na Figueira da Foz temos também a praia e temos 75 nadadores-salvadores para assegurar a segurança”, adiantou, referindo que a “Figueira da Foz está preparadíssima para o verão”. 

O projeto de videovigilância  prevê no total a instalação de 37 câmaras, 20 das quais em zonas florestais dos 19 municípios da Região de Coimbra e 17 nos 14 municípios da Região Viseu Dão Lafões, que atuam através de infravermelhos com bom ou mau tempo.

O sistema, que tem um custo total de quase quatro milhões de euros, financiados a 75% por fundos europeus, inclui, entre outros, as 37 torres e igual número de sistemas de deteção e 39 centros de gestão e controle.

“Trata-se do maior projeto de videovigilância do país”, sublinhou o secretário executivo da CIM Região de Coimbra, que considerou um “sinal eficaz e efetivo de diminuição à vulnerabilidade aos incêndios”.

Segundo Jorge Brito, o sistema utiliza tecnologia de ponta, com deteção automática noturna e diurna, visível em todos os centros municipais de proteção civil, que é um excelente apoio “à boa decisão” operacional do comando.

O POSEUR (Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos), que financia o projeto, já comparticipou a instalação de 138 torres de videovigilância no país com nove milhões de euros do Fundo de Coesão, num investimento de 11 milhões de euros.

 

Veja o direto NDC com Jorge Brito:

Veja o direto NDC com Anabela Tabaçó:

Veja o direto NDC junto à torre de videovigilância:

Veja o direto NDC na central dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz:

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