Desporto

Valido e Belo recordam o “futebol fino” que Rui Rodrigues praticou

Notícias de Coimbra | 2 meses atrás em 23-02-2024

Imagem: Foto Jorge Cortez

“É preciso ter conhecido o Rui Rodrigues para perceber este sentimento de perda”, declarou a Notícias de Coimbra Frederico Valido, médico e antigo companheiro de equipa do falecido futebolista Rui Rodrigues, cujo óbito ocorreu esta sexta-feira 23 de fevereiro.

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Segundo Frederico Valido, Rui Rodrigues chegou à Académica em 1962 e “logo se destacou pelo seu futebol fino, pela precisão dos seus passes, inteligência na interpretação do jogo e principalmente como pessoa”.

A representar a Briosa de 1962 a 1971, o atleta integrou a equipa vice-campeã nacional na época de 1966-67 e também esteve em duas finais da Taça de Portugal. Em 1971, Rui Rodrigues ingressou no Benfica, onde permaneceu por quatro temporadas.

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Após “breve passagem pelo Vitória de Guimarães, o Rui regressou a ‘casa’, então já Clube Académico de Coimbra, onde terminou a carreira”, recorda Frederico Valido.

“Além de ter sido um extraordinário jogador e um ser humano de igual estatuto, Rui Rodrigues licenciou-se em Ciências Farmacêuticas, tendo exercido actividade naquele ramo em Pevidém e na Chamusca, terra que o adoptou durante mais de 20 anos e onde veio a falecer”, assinala o médico.

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Para outro antigo futebolista da Briosa, José Belo, o falecido companheiro foi um “mágico da bola”. Tratava-se de um “poeta com a bola nos pés”, declarou o jurista ao Notícias de Coimbra.

Segundo José Belo, Rodrigues “operou uma verdadeira revolução no entendimento das funções de defesa”. “Com ele, o defensor passou a poder participar em todas as fases do futebol ofensivo”, assinala José Belo.

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