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Coimbra

Universidade de Coimbra: Saídas de administradores marcam meses de reitorado

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Em 15 meses de mandato, o reitor Amílcar Falcão aceitou pedidos de exoneração de dois administradores da Universidade de Coimbra, sendo que ambos invocaram motivos do foro pessoal e familiar.

Sérgio Vicente, o primeiro dos gestores nomeados pelo actual reitor, esteve em funções durante pouco mais de cinco meses (Março a Agosto de 2019); Matilde Lavouras exerceu o cargo durante sete meses (a partir de Novembro de 2019).

Em ambas as situações, coube ao vice-reitor Luís Neves, com os pelouros financeiro e dos recursos humanos (embora se trate de um catedrático do Departamento de Ciências da Terra), substituir os administradores saídos de cena.

Em 2019, Luís Neves exerceu o cargo de gestor, provisoriamente, durante dois meses e meio; a partir de agora, a avaliar pela informação que a UC acaba de divulgar, irá desempenhar a função de administrador sem que ela se paute pelo regime de interinidade.

Além do papel de vice-reitor e do exercício do novo cargo, o catedrático do Departamento de Ciências da Terra é membro do Conselho de Gestão da UC (órgão de que podem fazer parte cinco pessoas, sob a liderança do reitor, nele tendo assento um vice-reitor designado por Amílcar Falcão e o administrador). Completam o Conselho de Gestão o vice-reitor Luís Simões da Silva e os professores da Faculdade de Direito Matilde Lavouras e Licínio Lopes.

Sérgio Vicente tinha sucedido, há 15 meses, a Teresa Antunes, que pedira, em Dezembro de 2018, a sua exoneração ao anterior reitor, João Gabriel Silva, cujo gabinete a gestora chefiou durante o primeiro mandato dele (2011 – 15), num desempenho marcado por relativa polémica.

Célia Cravo, investida como administradora da UC em 2009, por ocasião do segundo mandato do então reitor Fernando Seabra Santos, renunciou ao cargo em 2012.

 

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