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Economia

União Europeia quer relançar já setor do turismo afetado pela covid-19

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O Conselho da União Europeia (UE), sob presidência portuguesa, adotou hoje recomendações para o relançamento, inclusive já para este verão, do setor do turismo, particularmente afetado pela pandemia da covid-19.

O setor do turismo foi “o mais atingido pela pandemia de covid-19”, disse, me comunicado, o ministro da Economia português, Pedro Siza Vieira, que presidiu à reunião do Conselho da UE.

As conclusões de hoje, salientou ainda Siza Vieira, “constituem um sinal claro do nosso empenho no relançamento do turismo europeu”.

“O turismo é uma atividade muitíssimo importante para o desenvolvimento sustentável das nossas regiões a nível económico, social e ambiental, e contribui significativamente para a preservação e a promoção dos valores e do património cultural europeus”, acrescentou ainda o ministro.

O Conselho da UE adotou hoje conclusões em que define a sua visão para um setor do turismo na Europa que seja sustentável e resiliente do ponto de vista económico, ambiental e social.

Com os preparativos para a época turística de verão em pleno andamento, o Conselho insta a UE e os seus Estados-membros a avançarem no sentido de darem uma resposta coletiva e bem coordenada à atual pandemia, nomeadamente através do apoio ao desenvolvimento de normas voluntárias para protocolos de saúde e segurança aplicáveis por parte dos serviços e dos estabelecimentos turísticos.

Uma das medidas que contribuirá para o relançamento do turismo é o certificado digital covid-19 da UE, que deverá estar plenamente operacional em 01 de julho, permitindo a circulação de pessoas vacinadas, imunizadas ou que tenham um teste da covid-19 negativo.

Os ministros apelam ainda aos Estados-membros e à Comissão Europeia para que apresentem, até ao final de 2021, uma agenda europeia para o turismo 2030/2050, concebida em conjunto, com vista a apoiar as transições ecológica e digital do ecossistema do turismo, e a reforçar a sua competitividade.

Segundo dados de Bruxelas, com a pandemia, as receitas de alguns subsetores diminuíram até 80% do valor líquido e cerca de 11 milhões de empregos no setor turístico da UE foram já afetados em 2020.

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