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Saúde

UNESCO diz que levantar patente de vacinas salvaria milhões de vidas

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A UNESCO apoia o movimento para o levantamento de patentes das vacinas contra o novo coronavírus, pois “pode salvar milhões de vidas e servir de modelo para o futuro da cooperação científica”, disse hoje a diretora-geral, Audrey Azoulay.

“A covid-19 não respeita fronteiras. Nenhum país estará seguro até que a população de todos os países tenha acesso à vacina”, sublinhou Azoulay, em comunicado.

O movimento a favor do levantamento da patente da vacina responde a um apelo conjunto que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos apresentado em outubro de 2020 para abrir a ciência e promover a cooperação científica, acrescentou a nota.

Com esta pandemia, “o mundo embarcou numa nova era de investigação científica”, referiu a UNESCO.

Os investigadores chineses sequenciaram o genoma do novo coronavírus em 11 de janeiro de 2020 e publicaram-no online, permitindo aos cientistas alemães desenvolver um teste de triagem que foi partilhado pela OMS com os governos de todo o mundo.

A Casa Branca dos Estados Unidos (EUA) apoiou na quarta-feira os esforços para renunciar às proteções de propriedade intelectual das vacinas contra a covid-19, num esforço para acelerar o fim da pandemia.

A posição foi anunciada em comunicado, enquanto decorrem negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a flexibilização das regras de comércio global, para permitir que mais países produzam vacinas contra a covid-19.

Na quinta-feira, a diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, saudou a proposta do Governo norte-americano, dizendo que o próximo passo é ter um texto para se chegar a um acordo.

O Conselho Geral da OMC, composto por embaixadores, está a analisar a questão central de uma dispensa temporária de proteções de propriedade intelectual sobre as vacinas contra a covid-19, que a África do Sul e a Índia propuseram pela primeira vez em outubro.

A ideia ganhou apoio no mundo em desenvolvimento e entre alguns legisladores progressistas do Ocidente.

Mais de 100 países manifestaram o seu apoio à proposta e um grupo de 110 membros do Congresso norte-americano – todos democratas – enviou uma carta ao Presidente Joe Biden, no mês passado, pedindo que apoiasse a renúncia.

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