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Coimbra

Turismo do Centro com “muitos cancelamentos” no Natal e Passagem de Ano (com vídeo)

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O presidente da Turismo do Centro acredita que o setor viverá uma recuperação “franca e rápida” no primeiro trimestre de 2022 e para isso contribuirá a Páscoa tardia. No Natal e na Passagem de Ano há a registar “muitos cancelamentos”, afirma Pedro Machado ao NDC, mas há zonas, como a Serra da Estrela, em que os hotéis têm a lotação a 100%.

“A Páscoa mais tardia vai-nos permitir essa recuperação e, retomando os fluxos normais, podemos devolver esses contributo que o Governo está a confiar aos empresários do turismo. Estou convencido que serão os primeiros a devolver ao Estado português os apoios com o fruto dos seus impostos e trabalho”, disse Pedro Machado ao NDC.

Falando de um 2021 agridoce, o presidente da Turismo do Centro sublinha que este ano “teve dois lados: o infeliz da pandemia, talvez o mais grave que Portugal registou, e uma segunda metade do ano francamente positiva, com uma aposta extraordinária do mercado nacional que acudiu em força com números até superiores ao ano de referência que era 2019”. Para o responsável, o segundo semestre do ano “permitiu também a recuperação de alguns mercados externos, como o caso do Brasil, Alemanha, centro da Europa”, um “reganhar da confiança desses mercados internacionais”, que Pedro Machado atribui ao “processo de vacinação avançado em Portugal”.

Lembrando que o setor do turismo regista uma interrupção da sua atividade de 16 meses, o responsável sublinha que no final de novembro, 68% dos portugueses acreditavam que iam ter uma Passagem de Ano normal e 64% dos empresários esperavam um número de dormidas superior ao ano passado. O aumento do número de casos de Covid-19 veio “perturbar as expetativas que tinham sido criadas e que estão confirmadas nos muitos cancelamentos de reservas, quer do ponto de vista do alojamento, quer das refeições”.

“O Natal e Passagem de Ano seriam um bom culminar dos meses extraordinários de junho, julho, agosto, setembro, mas infelizmente quer por força da pandemia, e sobretudo porque falta muita informação, assim não foi”, sustentou. Para o presidente da Turismo do Centro, a pandemia ” abriu janelas de oportunidade” e “espaço para que territórios normalmente conotados com a chancela do interior, da baixa densidade, tivessem sido mais procurados”.

“Hoje as preferências estão nos hotéis horizontais, unidades de alojamento mais pequenas, muitas delas caraterísticas da nossa região Centro”, afirma Pedro Machado, revelando que a tendência trazida pela pandemia fez com que em zonas como a “Serra da Estrela, da Lousã e da Gardunha” as reservas se situem nalguns casos nos 100% ou muito perto.

Veja o direto NDC com Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro:

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