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Tribunal mantém anulação das condenações de Lula  da Silva na Lava Jato

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O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro manteve hoje a anulação das condenações do ex-presidente Lula da Silva na Lava Jato de Curitiba, rejeitando um recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Assim, por oito votos contra três, o STF decidiu retirar os processos de Luiz Inácio Lula da Silva da 13ª Vara Federal de Curitiba, mantendo a decisão já ditada em 08 de março pelo juiz do Supremo Edson Fachin.

A maioria dos magistrados concordou com Fachin, no sentido de que as ações contra Lula não tratavam apenas da Petrobras e que a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba dizia respeito apenas a processos com vinculação direta com a estatal petrolífera.

Com a rejeição do recurso, Lula da Silva volta a ser elegível e recupera os seus direitos políticos.

O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, criticou na quinta-feira Lula da Silva e a sua possível candidatura às presidenciais de 2022, ao comentar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que anulou as condenações do antigo mandatário.

“Não está começando aqui a campanha para 2022, mas, pela decisão do Supremo, Lula é candidato. Façam uma comparação com os ministros do Lula e com os nossos ministros, não é? Se Lula voltar pelo voto direto, voto auditável, tudo bem. Agora, vejam qual será o futuro do Brasil com o tipo de gente que vai trazer para dentro da Presidência”, afirmou Bolsonaro, na sua habitual transmissão em direto na rede social Facebook.

O atual chefe de Estado brasileiro também criticou a gestão do líder do Partido dos Trabalhadores (PT), que presidiu o país entre 2003 e 2010.

“O Brasil não quebrou no último ano, no penúltimo ano, no governo A, B ou C. O Brasil vem numa situação bastante complicada há décadas, alguns querem que eu resolva, limpe a casa sozinho de uma hora para outra. Não quero, jamais, me intitular como faxineiro do Brasil, aquele que vai resolver os problemas, o salvador da Pátria”, disse.

“Querem criticar o meu Governo, fiquem à vontade, mas puxem um pouquinho pela memória para ver como era no passado”, acrescentou Bolsonaro, que chegou ao poder em janeiro de 2019.

Apesar não ter confirmado que será candidato às eleições presidenciais de 2022, Bolsonaro assegurou que Lula tentará novamente ser Presidente, possibilidade que já foi admitida pelo próprio.

Segundo Bolsonaro, o Supremo tornou “elegível um presidiário condenado por corrupção”.

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