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Tribunal decide em abril providência contra resultados na AAC

Notícias de Coimbra | 10 anos atrás em 25-02-2014

O Tribunal Cível de Coimbra marcou para 03 e 04 de abril as audiências das testemunhas que estão envolvidas na providência cautelar interposta pela lista derrotada, que exigia a impugnação das eleições para a direção-geral da Academia de Coimbra.

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Ricardo Morgado, presidente da direção-geral da Associação Académica de Coimbra (AAC), lamentou que “o tribunal tenha demorado tanto tempo, num assunto que é urgente”, querendo que o processo se “resolva com a maior brevidade possível”.

A lista A (Mais Academia), liderada por Samuel Vilela e que tinha perdido a segunda volta das eleições para a lista T (Tu Tens Académica), requereu um processo cautelar, ao Tribunal Cível de Coimbra, tendo sido suspensa a tomada de posse de Bruno Matias como novo presidente da AAC, marcada para 30 de janeiro.

Samuel Vilela disse à agência Lusa estar “confiante” de que o processo prossiga, depois de ouvidas as testemunhas, considerando que a indefinição quanto à futura direção-geral “não traz prejuízo” para a AAC.

O candidato derrotado espera “que ainda se saiba em abril” se o tribunal declara a providência improcedente ou não.

Caso o processo continue, “não quer dizer que o tribunal acabe por impugnar as eleições”, como avisou Bruno Matias, afirmando, contudo, que, “se a providência for aceite, pode-se estar à espera seis meses ou um ano por uma decisão final do tribunal”.

Porém, o candidato vencedor afirmou estar “esperançoso que a providência seja declarada improcedente”, referindo que a atual situação “é absolutamente lamentável”, estando a AAC entregue “a uma gestão altamente frágil”.

“Isto é muito grave. A providência cautelar prejudicou os interesses da nossa lista, mas também os da AAC”, frisou Bruno Matias.

Samuel Vilela interpôs a providência por alegar irregularidades encontradas na urna 17, na Faculdade de Medicina, assim como “o extravio de 141 boletins de voto” não utilizados, na segunda volta das eleições para a AAC, que decorreu entre 02 e 03 de dezembro, tendo pedido, na altura, a impugnação das eleições, pedido esse rejeitado pela Comissão Eleitoral.

De acordo com o comunicado da lista de Samuel Vilela divulgado em dezembro, na urna 17 surgiu uma variação de intenções de voto de menos 21% para a Lista A e de mais 26% para a lista T, sendo que a lista de Bruno Matias teve uma média de variação nas outras urnas entre 00% e 08% e a lista A entre menos 05% de votos e mais 06%.

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