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Tim dos “Xutos & Pontapés” planta árvore na Mealhada de tarde e dá espetáculo de noite (com vídeos)

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O vocalista, baixista e compositor dos emblemáticos “Xutos & Pontapés”, Tim, plantou esta tarde uma árvore no Parque da Cidade da Mealhada, “numa ação que visa reflorestar aquele espaço de usufruição pública”. Com a apresentação do álbum a solo “20-20-20” marcado para as 20:45 no Cineteatro Municipal Messias, o músico aproveitou para passear durante a tarde no Parque da Cidade da Mealhada com direito a plantar uma árvore.

A arvóre que Tim plantou foi uma “Faia”, nome que valeu por parte do músico uma brincadeira “É uma Faia, vai dar favas”, disse Tim com a habitual boa disposição a causar umas gargalhadas por parte do público.

“Fiquei muito agradado por ver o parque, por ver como isto está e espero que cresça tanto como as outras e que faça aqui uma bela sombra e que faça companhia a este belo local que têm aqui” disse o músico, que é licenciado em Agronomia ao NDC.

 

Quando questionado sobre a apresentação do espetáculo “20-20-20 marcado para a noite, Tim, irreverente e de “humor afiado” como sempre, respondeu que não estava ansioso pelo espetáculo, “Estou desejoso, estou muito satisfeito por poder fazer isto, acho que é uma felicidade nós podermos apresentar as coisas que nós fazemos com gosto e portanto não estou nem nervoso nem ansioso, estou desejoso que a coisa corra e que as pessoas gostem para termos aqui uns belos momentos”.

Quanto ao regresso de Tim à Mealhada, o presidente da autarquia, Rui Marqueiro, disse estar feliz e realçou a importância da retoma dos espetáculos culturais após o confinamento que o país viveu, principalmente pela “saúde mental das pessoas:”Sempre que podemos contratamos as pessoas para virem cá, temos já um programa até ao final do ano, temos um programa cultural em rede que vai levar cultura a maior parte das aldeias deste município. 

 

“Nós temos que lutar por todos os meios ao nosso alcance e de acordo com as possibilidades financeiras por espalhar cultura a toda a população. O setor ficou parado e as pessoas também, as pessoas ficaram confinadas, com os devidos cuidados as pessoas têm que começar a sair porque a saúde mental está em causa”, finalizou Rui Marqueiro.

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