Região

Soure: “Enquanto não acabar esta calamidade, não é tempo de fazer balanço dos estragos”

Notícias de Coimbra | 21 minutos atrás em 07-02-2026

O presidente da Câmara Municipal de Soure, Rui Fernandes, alertou hoje que as zonas ribeirinhas ao rio Mondego continuam a exigir atenção no concelho, devido a subida do nível de água.

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A principal preocupação são as populações que estão na margem do Mondego, nomeadamente em Casal de Marachão, onde o nível da água continua a subir, disse o autarca, em declarações à agência Lusa.

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As freguesias de Figueiró do Campo, Granja do Ulmeiro e Alfarelos, na margem do Mondego, são as zonas que continuam em risco, como ocorreu nos últimos dias.

A autarquia está “a colocar mais alguns sacos de areia junto de entradas de habitações e estabelecimentos comerciais” para tentar amenizar os impactos.

Questionado sobre o prejuízo financeiro ocasionado pelo mau tempo, o autarca vincou que, enquanto perdurar a situaçãp de calamidade, todos os recursos municipais estarão empenhados na recuperação e na assistência às populações.

“Enquanto não acabar este estado de calamidade, não é tempo de fazer balanço [dos estragos], é tempo de acudir a toda a gente”, sublinhou.

Aquela autarquia do distrito de Coimbra anunciou hoje que, na sequência dos danos provocados pelo mau tempo, os resíduos florestais e sobrantes de podas e desbastes (ramos, troncos e outros resíduos similares) poderão ser depositados no Parque de Recolha de Biomassa Florestal de Soure.

Restos de podas agrícolas, das limpezas de terrenos e de manutenções de jardim podem ser depositados no parque, que está situado junto à localidade de Alagoas – Granja do Ulmeiro.

Entretanto, não é possível deixar no local resíduos verdes com entulhos ou metais, lixo doméstico, entulho, resíduos orgânicos, ou equipamentos elétricos e eletrónicos.