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Cinema

Sonhar e ficcionar em português no TAGV

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Domingo, dia 16, foi dia de “sonhar e ficcionar em português” e de dar voz às “gerações em revolta”. No TAGV, as sessões decorridas no âmbito do Festival Caminhos do Cinema Português deram outro sabor ao domingo de Coimbra com sessões às 15:00, 17:30 e 22:00 unicamente dedicadas ao cinema português. A sessão da noite contou com a presença do realizador Jorge Pelicano e do actor Miguel Borges.

“Tentámos rir com eles e não rir deles”, diz Jorge Pelicano em relação ao documentário que realizou, “Pára-me de Repente o Pensamento” que retrata a vida dos doentes psiquiátricos do Centro Hospitalar Conde Ferreira, localizado no Porto. Este documentário cruza arte com esquizofrenia e fez com que o público não só risse como ficasse apreensivo com o tema veiculado pelo filme, como ficou claro nas opiniões apresentadas no debate final com Jorge Pelicano e Miguel Borges.

“Estive lá três semanas e foi dos sítios onde dormi melhor”, refere Miguel Borges sem se querer restringir a ‘clichês’, “é um micromundo perfeito e funciona muito bem. Senti muito amor e entreajuda”. A sessão das 22h contou ainda com as curtas “Os Meninos do Rio”, de Javier Macip, “Miami”, de Simão Cayatte e “Imaculado” de Gonçalo Waddington.

Sob o tema “Sonhar e Ficcionar em Português”, as curtas “20 Desenhos e um Abraço”, de José Miguel Ribeiro, “Na Escama do Dragão” de Ivo M. Ferreira e “Dédalo”, de Jerónimo Rocha e os documentários “Terra” de Pedro Lino e “Conversas do Mundo” de Pedro Neves e Projecto ALICE fizeram parte da sessão das 15h. Durante a sessão das 17h30 foi exibida a longa “Um fim do Mundo”, de Pedro Pinho e as curtas “Outono”, de Marco Amaral, “Lápis Azul” de Rafael Antunes e “Maria” de Mariana Marques.

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