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Somos Coimbra diz que programa climático municipal é “generalista” e para “meter na gaveta”

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O Somos Coimbra criticou hoje Programa Municipal para as Alterações Climáticas (PMAC) de Coimbra considerando que deve ser mais do que um “documento de avaliação generalista para meter na gaveta”.

Em comunicado, o movimento Somos Coimbra entende que o PMAC “tem de se afirmar como um instrumento chave e orientador da política de desenvolvimento sustentável do Município”

Durante o período de consulta pública do Programa Municipal para as Alterações Climáticas (PMAC), para a próxima década, o Movimento Somos Coimbra fez questão de enviar o seu contributo à Câmara Municipal de Coimbra (CMC), reunindo um conjunto de comentários e de sugestões para apreciação.

O grupo considera ainda que o plano “deve condicionar o desenvolvimento e revisão dos inúmeros instrumentos de planeamento e de gestão municipal e tem de se assumir como um programa orientador, objetivo, quantificado e que integre um número bem definido de ações muito concretas e de medidasdevidamente pensadas e viabilizadas (técnica e financeiramente), para que possam ser concretizadas, total ou parcialmente, no período de 10 anos”.

Durante o período de consulta pública do Programa Municipal para as Alterações Climáticas (PMAC), para a próxima década, o Movimento Somos Coimbra diz que “fez questão de enviar o seu contributo à Câmara Municipal de Coimbra (CMC), reunindo um conjunto de comentários e de sugestões para apreciação”.

Os contributos do Somos Coimbra são “agora também da coligação Juntos Somos Coimbra”, e subdividem-se em “propostas de alteração metodológica, em propostas de medidas aplicadas aos diferentes campos setoriais e em comentários específicos”.

Recordam o tema da intervenão a que chamam, assim como outros grupos de cidadãos da cidade, de “destruição da galeria ripícola da margem direita do Mondego, para a qual não se conhece qualquer planeamento, e aos erros, limitações e insuficiências do chamado Plano Municipal de Arborização 2021, para se perceber a enorme e chocante contradição entre a teoria generalista e a prática concreta da CMC”.

Entre as oito propostas metodológicas do Somos Coimbra para o PMAC, destacam-se a definição de política integrada de combate às alterações climáticas, pois um plano desta natureza deverá apresentar a política global do município em matéria de alterações climáticas; a quantificação de objetivos e de metas, comparativamente a um cenário base de referência;a viabilidade financeira e institucional: para cada ação e medida proposta,

O “custo previsível que está associado” deve estar definido, considera e acrescenta que a “implementação e a monitorização do plano: para além da existência de uma equipa interna à CMC encarregue pela implementação do PMAC e de uma comissão externa alargada de acompanhamento”. Defendem ainda a divulgação dos resultados e a reformatação do documento.

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