O antigo primeiro-ministro José Sócrates, principal arguido na Operação Marquês, apresentou uma queixa contra a justiça portuguesa junto do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).
Sócrates enviou um requerimento à juíza do caso contestando o prazo de 10 dias dado aos seus advogados para preparar a defesa, num processo que envolve mais de 300 mil páginas. O ex-governante considera que o tempo estipulado é insuficiente para uma análise adequada dos documentos, escreve a SIC.
Em conferência de imprensa em Bruxelas, Bélgica, Sócrates acusou o tribunal de “violência” e rejeitou a nomeação de advogada oficiosa.
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O antigo primeiro-ministro anunciou ainda que entregará esta sexta-feira mais documentos ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, onde já apresentou uma queixa sobre a atuação da justiça portuguesa.
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