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Sobreviventes do IP3 e professores juntam-se em “contra-inauguração” de protesto (com vídeos)

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A Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 e a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) realizaram, este sábado de manhã, no concelho de Penacova, uma “contra-inauguração” da requalificação daquela estrada, num evento com um “contra-primeiro-ministro” para cortar a fita.

Seguiu-se uma marcha lenta  em 20 quilómetros contra a não concretização das obras no itinerário principal.

A iniciativa, que contou com dezenas de participantes, que empunharam cartazes com inscrições como “tempo de serviço sem buracos!”, IP3 minta lá outra vez!” ou “uma estrada para a vida”, visou a degradação e as obras de requalificação em curso no IP3, anunciadas há quatro anos por António Costa e que deveriam ter sido concluídas em 2020.

Os professores fizeram parte deste protesto a relembrar a promessa feita pelo primeiro-ministro, que dizia que “ou havia dinheiro para obras no IP3 ou para a requalificação da carreira docente”, mas quatro anos depois, diz Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, nem obras nem valorização dos professores.

Refira-se que “desde 2018 que a Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 tem vindo a exigir a urgência da requalificação do itinerário principal, chamando a atenção para o elevado estado de degradação daquela que é a estrada que maior carga de trânsito tem na região centro, quer de automóveis ligeiros, quer de pesados, e que continua a ser uma das estradas com níveis de sinistralidade mais elevados no país”, frisou Bianca Pereira.

Desde o início  da requalificação do IP3 em julho de 2019 entre o Nó de Penacova e o Nó da Lagoa Azul, que corresponde a 18% do total do traçado, a obra se arrasta com sucessivas interrupções”.

Veja os diretos NDC:

 

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