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Só limpa a sua casa quando já está cheia de pó? Há mais…

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A Dyson publicou os resultados do Global Dust Study, o estudo anual que investiga os hábitos e os comportamentos de limpeza da população mundial e aprofunda a nossa compreensão acerca do pó e do impacto que este pode ter no nosso bem-estar.     
 
O estudo, em que participaram 32.282 pessoas de 33 países, revelou que, 42% dos portugueses (em contraste com 53% dos inquiridos a nível global) continuam a limpar as suas casas com tanta ou mais frequência do que no ano passado, com o objetivo de as manter limpas, saudáveis e livres de vírus como a COVID-19. Contudo, 31% dizem que a razão pela qual limpam as suas casas é porque têm pó ou sujidade visível no chão.
 
“É preocupante que as pessoas só limpem quando detetam pó visível no chão, já que muitas partículas de pó são microscópicas”, afirma Monika Stuczen, investigadora e cientista de microbiologia da Dyson. “De facto, quando as pessoas começam a ver pó, é muito provável que os ácaros já se estejam a acumular”.
 
Ano após ano, temos assistido a mudanças positivas nos hábitos de limpeza das pessoas. A consciência da necessidade de aspirar espaços que muitas vezes passam despercebidos, como colchões e sofás, tem aumentado. Mesmo assim, muitas pessoas continuam a esquecer-se destes sítios, dado que 27% dos portugueses limpa o colchão regularmente, 35% as cortinas e persianas e 48% os sofás. Por outro lado, Portugal é um dos países com uma maior perceção de que “quanto menos pó em casa, mais saudável ela é” e, dos problemas de saúde relacionados com alergias e asma que este pode causar, não é por acaso que apenas 17% dos portugueses utiliza sapatos da rua dentro de casa, demonstrando a preocupação que existe com a higiene da mesma.
 
A pandemia também ajudou ao aumento do número de pessoas que acrescentaram um animal de estimação ao núcleo familiar: 50% dos agregados familiares em todo o mundo têm agora um animal de estimação, número que cresce quando olhamos para o nosso país com 63% da população a conviver diariamente com os seus “melhores amigos”. O estudo revela que, em Portugal, 42% dos donos de animais de estimação permite que estes durmam no chão do seu quarto, mas apenas 30% permite que durmam na sua própria cama. No entanto, há muito pouca consciência do que os animais de estimação podem levar consigo de forma não intencional.

  • 27% dos portugueses aspiram o colchão regularmente.

  • 64% dos donos de animais de estimação desconhecem que estes podem transportar pólen.

  • 76% não sabem que os seus animais de estimação podem transportar vírus e fezes de ácaros.

 
“Muitas pessoas pensam que o pelo é o maior problema dos seus animais de estimação porque é o mais visível”, diz Monika. “Não é surpreendente que as pessoas desconheçam as outras partículas que os seus animais podem transportar, porque estas são frequentemente de tamanho microscópico”.
A população pensa muitas vezes que o pelo dos animais de estimação desencadeia alergias1. No entanto, algumas são causadas pelos alergénios que são transportados no pelo. Embora quase metade dos portugueses com animais de estimação os penteie pelo menos uma vez por semana, três em cada quatro fazem-no utilizando apenas uma escova ou pente. Isto reduz a quantidade de pelo que os animais de estimação perdem pela casa, mas não os impede de continuar a transportar e a espalhar partículas microscópicas.

O Global Dust Study revela que os aspiradores são vistos como o método mais eficaz para eliminar o pó de casa. Mesmo assim, os panos húmidos continuam a ser a principal ferramenta de limpeza dos inquiridos, com uma pontuação de 67%, enquanto os aspiradores estão em segundo lugar, com uma pontuação de 66%. Já em Portugal, 87% utiliza o aspirador nas suas limpezas.

 
A utilização de um pano húmido para limpar superfícies é ótima; no entanto, a sequência de ferramentas de limpeza é crítica. Humedecer o pó do chão – mesmo o pó mais fino, invisível a olho nu – poderia criar um habitat mais favorável à proliferação de ácaros e bolores”, explica Monika. “O pó é removido de forma mais eficaz aspirando primeiro, antes de se passar à limpeza das superfícies. Mesmo assim, é essencial utilizar um aspirador com tecnologia de filtragem e selagem eficaz para assegurar que o que quer que seja aspirado fique retido e não seja soprado de volta para casa”.
 
É por isso que a Dyson tem vindo a estudar o pó real há quase 20 anos, porque só compreendendo a complexidade do pó doméstico é que os seus aspiradores podem lidar eficazmente com as condições das casas reais. Os seus engenheiros dedicam-se a desenvolver novos filtros e sistemas de selagem para assegurar que não só o pó visível, mas também o pó invisível fique preso para manter as casas limpas e higiénicas.
 
“Esperamos que esta investigação ajude toda a gente a pensar e a compreender o que está no pó das suas casas”, explica Monika. “Só porque não conseguimos ver, não significa que não seja importante. As partículas microscópicas no pó, tais como o pelo dos animais e os alergénios dos ácaros, podem ter um impacto maior na sua saúde e bem-estar do que as partículas que são visíveis a olho nu”.

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