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Secretário de Estado da Administração Interna desmente queda de avião

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O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, desmentiu hoje à tarde, em Góis, a queda de qualquer avião de combate a incêndios ao serviço da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

“Não houve nenhum acidente ou incidente com qualquer meio aéreo”, disse o governante pouco depois das 19:00 num ‘briefing’ no posto de comando instalado na Selada do Braçal, no concelho de Góis, distrito de Coimbra, junto à estrada nacional 112, que dá acesso à Pampilhosa da Serra.

De acordo com Jorge Gomes, além de aeronaves portuguesas, estão a operar em território nacional aviões de combate a incêndio provenientes de Espanha, França e Itália.

Fonte da ANPC disse à agência Lusa que um avião Canadair, que operava no fogo que deflagrou no sábado em Pedrógão Grande, tinha caído hoje à tarde.

Além disso, o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) indicou à Lusa ter sido informado da queda da aeronave na zona de Pedrógão Grande. De acordo com a mesma fonte, o avião ter-se-ia despenhado na zona de Ouzenda, Pedrógão Grande.

Já pelas 19:00, o comandante operacional da Proteção Civil, Vaz Pinto, negou que tivesse caído alguma aeronave nas operações de combate aos incêndios que estivesse ao serviço da ANPC.

Aludindo à possibilidade de ter ocorrido outro evento que induzisse em erro, falou na hipótese da explosão de uma ‘roullote’ e admitiu o envio de equipas de buscas para o local.

“Havia uma ‘roullote’ abandonada com botijas de gás, e eventualmente isso pode ter explodido”, disse.

Também um helicóptero EH 101 da Força Aérea Portuguesa (FAP) de busca e salvamento foi ativado para participar nestas operações depois de um pedido da ANPC. Fonte oficial da FAP indicou à agência Lusa que o EH 101 descolou da Base Aérea N.º6, no Montijo, às 17:36 e às perto das 19:20 ainda se mantinha nas operações de busca.

Notícias de Coimbra foi dos primeiros meios de comunicação social a a dar a “notícia”. A informação tinha sido confirmada por mais do que uma entidade e até por uma fonte da Protecção Civil. Errámos. Pedimos desculpa.

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