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Se não falecermos do mal, há o risco de morrermos em busca da cura

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Um conhecido adágio popular, a alertar quem não morre do mal para o risco de falecer em busca da cura, encontra eco, hoje em dia, no Edifício de S. Jerónimo do polo de Celas do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

Debrucemo-nos sobre um caso concreto: o de uma mulher que esteve em jejum até às 15:30 de hoje, cuja comparência para realização de exames complementares de diagnóstico tinha sido pedida para as 11h30.

É certo que, atenta a reparos divulgados por NDC, a anterior Administração do CHUC procedeu, há dois meses e meio, à instalação de um contentor climatizado para amenizar o ‘calvário’ dos utentes que aguardam acesso ao Serviço de Patologia Clínica.

Sabemos que os hospitais estão a trabalhar no sentido de reduzir as listas de espera engrossadas por pacientes cujo atendimento foi protelado, no último meio ano, devido à pandemia da covid-19. Acontece que sofrimento por que passam muitos pacientes frequentadores do Edifício de S. Jerónimo não é consentâneo com a sua dignidade de utentes do Serviço Nacional de Saúde. 

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