Desporto

Samuel Vilela e Bruno Matias disputam 2ª volta das eleições para a DG da AAC

Notícias de Coimbra | 10 anos atrás em 27-11-2013

Longa se tornou a espera para sabermos os resultados das eleições para a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra. Já passava das 6 manhã quando apuramos que fica tudo adiado para a próxima semana.

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Samuel Vilela foi o mais votado, mas como não conseguiu atingir a maioria absoluta, vai disputar a segunda volta com Bruno Matias, o concorrente que ficou em segundo lugar.

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Samuel Vilela –  Lista A obteve 4216 votos; Bruno Matias – Lista T conseguiu 3962 votos;  A Lista R –  Alexandra Correia chegou aos 337 votos;   Carolina Rocha –  Lista E ficou em último lugar com 265 votos.  Votos por correspondência: 228; Brancos: 416; Nulos: 192. Votaram 9616 estudantes.

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Em relação ao Conselho Fiscal, a candidata apoiada por Bruno Matias está em 1º lugar. Mariana Pereira – Lista T somou 4040 votos. A Lista A – Aylton Rita ficou em 2º lugar com 3931 votos.  A Lista R com 392 votos, a Lista E com 313 votos e a Lista D com 67 votos foram as outras candidatas que não conseguiram eleger qualquer representante para o Conselho Fiscal. Como ainda não se conhecem votos dos “envelopes”,  não se sabe quem venceu, mas caso se mantenha esta tendência,  a T fica com 4 eleitos e a A com 3.

Samuel Vilela afirmou  estar “satisfeito com o resultado” geral, contudo “triste” com as votações para o conselho fiscal, considerando que ficam “por explicar as flutuações entre a intenção de votos para a direção-geral da AAC e o conselho fiscal”.

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“Estou confiante em vencer a segunda volta”, frisou, salientando a afluência às urnas, que, a seu ver, “foi relativamente melhor que nos últimos anos”.

Bruno Matias, da lista T, afirmou que o resultado é “quase um empate técnico”, considerando que as “perspetivas são boas” por a diferença entre as duas listas mais votadas ser reduzida. “Está taco a taco”, referiu.

A lista R mostrou-se “contente” com a campanha efetuada e com os resultados, pretendendo agora “garantir que os votos se transformam em ativismo numa presença ativa dos estudantes”, salientou Alexandra Correia, cabeça de lista.

Também a lista E, liderada por Carolina Rocha, pretende continuar a “apoiar e defender” os estudantes, enaltecendo que o projeto “não é estanque” e que não se fica pelas eleições para a AAC.

Durante o processo eleitoral, foram também divulgadas as despesas de cada lista na campanha, que tiveram que apresentar um relatório de contas ao conselho fiscal, tendo sido gastos, no total, pelas quatro listas, 11.761 euros.

As duas listas mais votadas foram também as que mais gastaram, representando cerca de 92% dos gastos com campanha, com a lista A a apresentar 5143 euros de despesas e a lista T 5651 euros.

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