Comandante explica que os tempos são de diversos desafios para os serviços regionais da Proteção Civil.
Carlos Luís Tavares explica que as novas instalações, a serem inauguradas terça-feira 13 de janeiro, trazem motivação para os operadores e permite fazer “o seu trabalho” de forma mais profissional.
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Na terceira parte da entrevista ao Notícias de Coimbra, o comandante subregional, que se fez acompanhar do 2º comandante Nuno Seixas, explicou que o momento atual é desafiante. Por um lado, as ocorrências complexas.
“Cada vez mais os incêndios florestais, apesar de ocorrerem 3 a 4 meses do ano, são as ocorrências que têm mais impacto na região”, frisou.
Depois, o ordenamento florestal. Lembrou os concelhos onde tem vindo a ser feito um excelente trabalho de prevenção, mas em que a falta de reestruturação, limpeza e gestão do combustível podem levar a maiores consequências na altura de um fogo de grandes dimensões.
O comandante frisou ainda o facto da Região de Coimbra ser complexa do ponto de vista de outros riscos. Cheias, inundações, colapsos das margens do rio Mondego e os centros históricos das sedes de concelho são outras das preocupações.
“Por outro lado, temos concelhos como a Pampilhosa da Serra onde, nalguns lugares, um dos carros para lá chegar demora 40 minutos ou mais”, afirmou.
Daí que o objetivo seja “trabalhar de forma sempre profissional, como temos feito, para despachar meios o mais rápido possível, para que as pessoas não esperem por socorro e possam ser bem servidas”.
O fogo no Piódão, o apetrechamento das 27 corporações de bombeiros da região de Coimbra e a articulação de meios de socorro numa altura em que existem queixas de esperas prolongadas são outros dos temas abordados na entrevista ao Notícias de Coimbra.
Veja a terceira parte da entrevista de Carlos Luís Tavares ao Notícias de Coimbra
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