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Coimbra

Sai mais um empregado sem recibo

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O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares (STIHTRS) do Centro denunciou hoje o aumento do trabalho clandestino em hotéis e restaurantes da região, durante os meses do verão.

“As dificuldades que o setor atravessa leva a que este ano haja mais trabalho clandestino, com as empresas a não declararem à Segurança Social a existência dos trabalhadores que fizeram o trabalho sazonal”, afirmou o presidente do STIHTRS do Centro, António Baião.

Segundo o sindicalista, esta situação está a afetar, sobretudo, os estabelecimentos de restauração localizados junto ao litoral.

António Baião falava durante uma conferência de imprensa, em Aveiro, para dar conta de vários problemas que afetam os trabalhadores do setor nos seis distritos abrangidos pelo sindicato (Leiria, Coimbra, Castelo Branco, Guarda, Viseu e Aveiro).

“Com a chegada da época sazonal e com o aumento do trabalho, as empresas que já tinham reduzido os seus quadros de pessoal durante o ano, recorrem a mais trabalho clandestino e não pagam o trabalho extraordinário que solicitam aos seus trabalhadores efetivos”, adiantou o sindicalista.

Outra situação que preocupa o sindicato é o aumento do recurso a trabalhadores que fizeram o seu estágio em junho e julho nas unidades hoteleiras e restaurantes.

“Por esta situação difícil, as empresas prolongaram mais uns tempos esses trabalhadores de estágio para não estar a contratar mais trabalhadores efetivos ou a prazo”, explicou o mesmo responsável.

Entre os problemas que afetam os trabalhadores da hotelaria e da restauração foi ainda referido os casos “de empresas que não pagam o salário corretamente e que não têm os trabalhadores classificados com a categoria profissional adequada”.

O sindicato anunciou ainda que emitiu pré-avisos de greve até 2 de janeiro de 2014 para impedir o trabalho gratuito e forçado em dia feriado e ao trabalho suplementar, por tempo indeterminado, possibilitando a que todos os trabalhadores possam fazer greve ao trabalho suplementar seja em dia normal, dia de descanso semanal ou dia de feriado.

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