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Rota da Costa Atlântica pretende criar coesão territorial na região

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O protocolo de cooperação para a  execução e manutenção do projeto “EUROVELO 1 – Rota da Costa Atlântica” foi assinado, ontem, no Salão Nobre dos Paços do Município da Figueira da Foz .

A sessão contou com a presença dos autarcas de Mira, Cantanhede, Figueira da Foz, do presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra e da diretora regional de Conservação da Natureza e Floresta do Centro.

Na cerimónia, o secretário executivo da CIM, Jorge Brito, fez a apresentação do projeto, sustentando que é “revelador do esforço de colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e da “boa gestão e aproveitamento de recursos públicos“.

O Eurovelo é um “processo ganhador“ e,  talvez,  “a obra mais emblemática de ciclovias a decorrer no país“. É “estratégica para a estratégia da Região de Coimbra“ e “um ex-libris em termos de mobilidade ciclável em Portugal“ qeu vai permitir valorizar os ativos existentes nos seus territórios,  salientou.

Seguiu-se a assinatura do protocolo por parte das cinco entidades envolvidas (CIM RC, ICNF e Municípios de Cantanhede, Figueira da Foz e Mira).

O vereador da Autarquia de Cantanhede, Adérito  Machado, salientou que os “ territórios devem ser promovidos através do turismo e do desporto“ e que o projeto Eurovelo irá permitir “atrair pessoas, promover a saúde, aproximar territórios“.

Por sua vez, o presidente da Câmara de Mira, Raúl Almeida, enfatizou que este projeto  é o mais importante da Comunidade Intermunicipal para os três municípios envolvidos, pois vai permitir requalificar alguns trajetos  que não o seriam de outra forma.

Já o autarca da Figueira da Foz começou por referir o trabalho do seu antecessor, que acompanhou o projeto e tomou a decisão de avançar com ele, e manifestou alguma surpresa por ser a “bicicleta e as ciclovias a serem as precursoras da ciclovia“. “As bicicletas tomaram o avanço,  a frente de batalha“, referiu.

Pedro Santana Lopes considera que este tipo de projetos é uma “manifestação da competitividade natural entre as diferentes parcelas do território nacional“.

Para a diretora regional de Conservação da Natureza e Floresta do Centro, Maria de Fátima Reis, esta via ciclável partilhada, o seu traçado, assenta nas estradas das matas nacionais e irá permitir garantir a sustentabilidade ambiental.

A responsável anunciou que o ICNF irá investir dez milhões de euros na reflorestação da região centro, sendo que 4 milhões serão para investir nas áreas dos municípios de Cantanhede, Figueira da Foz e Mira.

Emílio Torrão referiu que o Eurovelo 1 tem na sua génese um fator de coesão e que a CIM “está empenhada nesta filosofia de vida, na mobilidade que não implica o uso de combustíveis fósseis”.

 

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