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“Rostos e Vidas” para ver na Figueira da Foz

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O Quartel da Imagem acolhe a exposição fotográfica “Rostos e Vidas”, organizada pelo Projeto “Mais Interações em Movimento E8G” no âmbito da  iniciativa “Escolhas de Portas Abertas 2021” (EPA21), em colaboração com o fotojornalista Pedro Agostinho Cruz e o Município da Figueira da Foz.  

A exposição, inaugurada na quinta-feira da semana passada está patente até 30 de dezembro. A mostra surge pelo sucesso da campanha levada a cabo na Semana da Igualdade 2021 pelo Projeto “Mais Interações em Movimento E8G”. É composta por 7 fotografias que incluem frases alusivas aos direitos à educação, habitação, acesso à saúde entre outros  e tem como objetivo sensibilizar toda a comunidade para a importância dos Direitos e Igualdade entre todos. 

Marcaram presença na inauguração a Coordenadora do Projeto Mais Interações em Movimento E8G, Sónia Ruivo, o Chefe da Divisão de Educação e Assuntos Sociais, Alexandre Nunes, o fotojornalista Pedro Agostinho Cruz, a Coordenadora da Zona Norte e Centro do Programa Escolhas, Maria de La Salete Rocha Lemos e o Procurador da República do Tribunal de Família e Menores da Figueira da Foz, José Mário Nogueira da Costa.  

Sónia Ruivo agradeceu ao Município “pela cedência de tão honroso espaço“, que permitiu a “possibilidade da concretização desta exposição“. A mesma deu a conhecer os objetivos da exposição e da importância da visibilidade das vivências das pessoas do Bairro da Fonte Nova em Brenha.   

Pedro Agostinho Cruz agradeceu a oportunidade que lhe foi dada, manifestou um carinho especial pela Associação Fernão Mendes Pinto  “uma casa que sempre me abriu a porta,  que sempre foi ter comigo à procura de desenvolvermos  algo que eu creio ser positivo“. O fotojornalista acredita que o seu trabalho pode ajudar a encurtar “as distâncias que existem um pouco na sociedade“. 

“Estamos fartos de dizer que somos todos iguais, eu acredito que temos vivências diferentes e eu vi essas diferenças no bairro [Fonte Nova]“, salientou Pedro Agostinho Cruz que considera importante “vivermos todos em comunidade e não ofuscarmos essas diferenças“.   

Para o fotojornalista figueirense os seus colegas de profissão “podem fazer mais alguma coisa“. Juntos “podemos mostrar às pessoas que é possível fazer coisas boas através da fotografia“, enfatizou.  

O Procurador José Mário ressalvou e enunciou um conjunto de direitos fundamentais, direitos civis, políticos, económicos, sociais e culturais que são cada vez mais prementes e sujeitos a defesa na sociedade atual.  

A exposição pode ser vista até quinta-feira, das 10:00 às 18:00. A entrada é livre, contudo sujeita ao cumprimentos das normas da Direção Geral da Saúde. 

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