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Restaurantes de Coimbra estão “a morrer de vez”. Hotéis novos adiam abertura há um ano (com video)

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As dificuldades das empresas agravam-se a cada dia e Coimbra continua de ruas vazias e portas fechas, como acontece por todo o mundo. Neste cenário, em que até tomar um café se torna numa aventura mesmo no centro da baixa, há empresários da restauração a trabalhar para não perder os clientes habituais e muitos até só estão abertos para que os seus melhores frequentadores que também trabalham por estes dias tenha uma refeição.

O presidente da secção do Centro da Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), em entrevista ao Notícias de Coimbra, transmitiu as preocupações e manifestou duas grandes esperanças: que venha o fim da pandemia e que até lá, “os empresários de Coimbra tentem resistir porque a cidade vai precisar da tasquinha do canto, do restaurante, da grande unidade hoteleira…de todos.”

José Madeira recorda com preocupação 2020, e realça que o período que estiveram abertos foi período de época baixa embora tenha sido no verão, porque foram exíguos os resultados.

As ajudas não chegam a todas as pessoas, há mesmo empresas a morrer de vez, afirmou preocupado em particular com os proprietários mais idosos, mais infoexcluídos a quem a AHRESP tem dado um apoio extra no que toca às burocracias do layoff e dos fundos do apoiar.pt

Reconhecendo as intervenções que a autarquia tem feito em Coimbra, nomeadamente no que toca à isenção e ampliação das esplanadas, o empresário, que o é há meio século, diz não ser suficiente. “Não é só não pagar a esplanada nem a água nem a luz, há situações muito difíceis para os restaurantes e unidades de alojamento e hotelaria, nomeadamente a propósito dos encargos com moratórias bancárias, porque neste ano há novo confinamento.

José Madeira realça que a maioria dos empresários não quer “viver de subsídios”, quer poder pagar os salários, os impostos e as contribuições sociais com as receitas do normal funcionamento dos restaurantes e hotelaria.

“Não vale a pena estar a falar de flores porque elas estão murchas.” É assim que o representante dos empresários de restauração e hotelaria de Coimbra resume o cenário do sector tão dependente do turismo.  “No ano de 2022 vamos admitir que as coisas voltem a ser iguais a 2019”.

 Veja o Direto NDC:

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