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Saúde

Regulador norte-americano aprova medicamento contra o Alzheimer

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A autoridade norte-americana do mediamento aprovou, na segunda-feira, o primeiro medicamento contra o Alzheimer em quase 20 anos, apesar dos conselheiros independentes terem alertado que o fármaco não ajuda a retardar a doença.

Em causa, está um fármaco desenvolvido pela Biogen em parceria com a japonesa Eisai Co que, apesar de não reverter a doença, retarda os seus efeitos.

O “aducanumab” tem por objetivo ajudar a eliminar do cérebro os aglomerados nocivos de beta-amilóide, efeito já possível através de outros medicamentos que, no entanto, não apontam melhoras ao nível da independência dos doentes.

A ‘Food and Drug Administration’ está, no entanto, a exigir que a farmacêutica elabore um estudo que confirme os benefícios do medicamento para os pacientes.

Se a análise não confirmar a eficácia do tratamento, esta autoridade poderá retirá-lo do mercado.

Apesar de ainda não ser conhecido o preço do fármaco, os analistas estimam que poderá custar entre 30.000 e 50.000 dólares (entre cerca de 25.000 e 41.000 euros) por ano de tratamento.

Só nos EUA, quase seis milhões de pessoas têm Alzheimer.

A doença ataca, gradualmente, a memória, raciocínio e a comunicação.

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