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Região Centro tem uma grande oferta de turismo de natureza

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A Destinature – Agência para o Desenvolvimento do Turismo de Natureza, consórcio que junta agentes públicos e privados, realçou hoje a diversidade que a região Centro representa neste setor, que está em franco crescimento.

“Se pensarmos na diversidade, alguém consegue concorrer naquilo que a região Centro representa?”, questionou o presidente da Destinature e da Câmara do Fundão, Paulo Fernandes, que falava hoje nas Jornadas de Natureza, Saúde e Bem-estar, que decorrem no Luso, concelho da Mealhada.

Para este responsável, a diversidade da região é relevante, sendo necessário continuar a transformar essa diversidade em produto, nomeadamente em produtos turísticos criados em colaboração e em parceria, como é o caso das Aldeias Históricas ou Aldeias de Xisto.

Paulo Fernandes sublinhou que este segmento do turismo está “a crescer a um ritmo muito superior”, sendo necessário os agentes levarem a ciência para o processo, apostar em estruturas colaborativas, levar “alguma especialização à parte da oferta”, assim como relacionar ainda mais a componente da saúde com o turismo de natureza.

Também presente no mesmo painel, João Portugal, da Turismo de Portugal, notou que aquela que era uma tendência já antes da covid-19 – procura de atividades ao ar livre, com um maior contacto com a natureza e em pequenos grupos – apenas se intensificou com o contexto pandémico.

“A pandemia veio acelerar o desejo das pessoas por esse tipo de produtos ou atividades”, constatou, salientando que se perspetiva um aumento também da procura de agentes de animação de turismo de natureza.

Na sessão de encerramento, a secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, que participou de forma remota, frisou que o país “oferece oportunidades de excelência” neste setor, que é diverso ao longo do território.

“A situação sanitária que vivemos desde março de 2020 trouxe consequências negativas para este setor, mas também trouxe uma reorientação nas preferências e tipologias da oferta turística, o que resulta num maior grau de confiança em terrenos menos propícios a grandes aglomerados”, constatou, considerando que os territórios do interior apresentam “uma alternativa turística pragmática” em relação a outros destinos associados a uma maior massificação de visitantes.

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