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Coimbra

Refeições escolares em Coimbra vão passar a ser monitorizadas pela ASAE

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A Câmara de Coimbra vai reforçar o controlo das refeições escolares no concelho, que vão passar a ser monitorizadas pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), através da retificação de um protocolo, foi hoje anunciado.

Na segunda-feira, o executivo municipal, liderado pela coligação Juntos Somos Coimbra, vai analisar e votar uma proposta de retificação do protocolo de colaboração com a ASAE, “inicialmente aprovado em março de 2018, mas até à data sem qualquer seguimento”, afirmou hoje o município, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

O acordo prevê a monitorização das refeições escolares fornecidas nas escolas de Coimbra de responsabilidade municipal e implementação do projeto “ASAE vai à Escola”, acrescentou.

“O protocolo de colaboração, que foi retificado, tem como objetivos melhorar o controlo de higiene e segurança alimentar nas unidades de confeção e nos refeitórios escolares por técnicos especializados; melhorar a qualidade e segurança das refeições escolares fornecidas nos refeitórios de responsabilidade municipal; realizar ensaios analíticos a amostras recolhidas nas unidades de confeção e nos refeitórios escolares; e sensibilizar e capacitar a população escolar, em especial, e a comunidade educativa, em geral, em matéria de higiene e segurança alimentar”, explicou.

A ASAE compromete-se também a ministrar formação aos técnicos municipais, a realizar análises e a elaborar um plano de colheita de amostras de controlo das refeições fornecidas nos refeitórios de gestão municipal.

Na próxima reunião do executivo, será também analisada uma proposta de alteração do projeto de execução do novo Parque Municipal de Skate de Coimbra, empreitada que tinha sido consignada a 09 de julho e que decorre sob o viaduto da ponte Rainha Santa Isabel.

No decorrer da obra, a E-Redes “levantou condicionamentos que inicialmente não assinalou em fase de projeto, relativamente a cabos de alta tensão enterrados”, havendo agora necessidade de alterar o projeto, com trabalhos complementares no valor de 15 mil euros e uma prorrogação do prazo de execução de 23 dias, a que acresce o prazo de suspensão dos trabalhos.

A obra estava suspensa desde 22 de outubro, após uma fiscalização à obra por parte da E-Redes.

O município vai também discutir a proposta da versão final da segunda alteração ao Plano Diretor Municipal (PDM) de Coimbra, que recebeu 15 participações para alteração da classificação do solo.

Desses pedidos, a decisão técnica passa por acolher parcialmente uma das participações recebidas, não acolher 12 e clarificar dúvidas colocadas em duas das participações.

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