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Desporto

Rali de Portugal provoca condicionamentos de trânsito em Coimbra de sábado até dia 20

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 A realização da superespecial urbana de Coimbra e da cerimónia de partida do Rali de Portugal, agendadas para dia 19, uma quinta-feira, vão provocar diversos condicionamentos no trânsito desde sábado e até dia 20, anunciou hoje a Câmara.

Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, a Câmara Municipal de Coimbra informou que os condicionamentos de trânsito irão obrigar ao corte “efetivo” da circulação em seis ruas e avenidas da zona de Santa Clara, na margem esquerda do Mondego (onde será desenhada a superespecial urbana, primeira prova de classificação do rali), entre as 21:00 de quarta-feira, dia 18, e as 09:00 de dia 20, uma sexta-feira.

O corte da circulação afetará a Avenida Inês de Castro “logo a seguir às bombas da Cepsa (lado sul)”, Ponte de Santa Clara, Avenida de Conímbriga, Avenida Inês de Castro, Avenida João das Regras e Rua Carlos Alberto Pinto de Abreu, “junto à rotunda de Baden-Powell”.

A partir desta rotunda e “até às proximidades do Convento São Francisco”, o acesso pela Rua Carlos Alberto Pinto de Abreu será facultado “apenas a moradores”, o mesmo sucedendo na avenida da Guarda Inglesa, entre a rotunda do Aldi e as proximidades do Convento de São Francisco.

Só acessíveis a residentes estarão ainda, naqueles dias, a Rua Volta das Calçadas e Calçada da Rainha Santa Isabel, havendo ainda a registar a inversão do sentido de trânsito na Rua das Parreiras.

No entanto, segundo o comunicado, os condicionamentos de trânsito começam já no sábado, ficando a avenida de Conímbriga – entre o estádio Universitário e o Rio Mondego – “apenas com circulação no sentido sul-norte” devido a montagens diversas, até às 21:00 de quarta-feira, dia 18, altura em que o trânsito será encerrado.

Ainda no sábado, “também será encerrado ao trânsito o estacionamento da Praça das Cortes e o pequeno arruamento de acesso ao mesmo na Avenida João das Regras”.

Na segunda-feira, dia 16, e até à manhã de dia 20, serão suprimidos “todos os lugares de estacionamento” nas Ruas António Gonçalves “desde o entroncamento com a Rua das Parreiras, para norte, ficando acessível apenas a moradores”, na Rua Feitoria dos Linhos, “desde o entroncamento com a Rua Cano dos Amores”, igualmente acessíveis a moradores, e na Rua Luís Verney, “ficando apenas disponível a via para os autocarros dos SMTUC [Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra].

A realização, em Coimbra, da partida oficial e primeira classificativa da 55.ª edição do Rali de Portugal irá condicionar a rede de transportes dos SMTUC, que terá 11 paragens de autocarro desativadas e 28 linhas “com impactos substanciais nos seus percursos”, incluindo a suspensão da chamada Linha do Botânico.

No comunicado, a Câmara Municipal assegurou que as duas escolas da zona (Silva Gaio e D. Duarte) irão “funcionar normalmente” e a comunidade escolar informada “de todos os constrangimentos existentes” na área envolvente.

A autarquia destacou ainda a existência de cinco parques de estacionamento gratuitos para o público da competição automóvel de dia 19 (Feira dos 7 e 23, Choupal, Quinta da Várzea, Exploratório e Parque Verde – Margem Esquerda), dois com capacidade elevada de estacionamento, outros dois moderada e um de capacidade reduzida.

O parque de estacionamento do Parque Verde, na margem direita do Mondego, pago das 07:00 às 20:00 e com capacidade elevada, também poderá ser utilizado.

Na nota, a Câmara Municipal esclareceu que uma equipa de técnicos municipais tem vindo, no local, “a elucidar comerciantes, hoteleiros e moradores sobre os vários constrangimentos, articulados entre as diversas entidades envolvidas na organização do evento”.

“Esse trabalho vai-se intensificar nos próximos dias, sobretudo na zona do rossio de Santa Clara, para ajudar a esclarecer, por exemplo, que os estabelecimentos na Avenida João das Regras (e zona envolvente) podem estar abertos no seu horário normal de funcionamento e sem qualquer restrição à venda de produtos por parte destes comerciantes, apenas com a condicionante de não poderem ser montadas esplanadas”.

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