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Quinta das Lágrimas apresenta 7 séculos de gastronomia

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No 20º Aniversário do Hotel Quinta das Lágrimas, este sábado dia 2 pelas 20:00, o Chef Vitor Dias elabora pratos que atravessam a história da gastronomia de Coimbra e da Quinta das Lágrimas, desde receitas inspiradas no que comiam personagens históricas que passaram por este espaço, como Pedro e Inês de Castro, a Rainha Santa Isabel, o Duque de Wellington e Amália Rodrigues, até receitas tradicionais do ancestral livro de receitas do palácio.

quinta

O Chef Vitor Dias afirma que “para celebrar a memória da paixão que deu lugar à lenda de Pedro e Inês, recriei um prato especial que usa ingredientes que existiam em Coimbra e nestas matas próximas do Mondego nessa época”.

É no espaço mágico da Quinta das Lágrimas que cerca das 19 horas começam os festejos dos 20 anos do Hotel com animação musical nos jardins.

Um dos momentos altos será o de um Show Cooking, no qual vão ser recriados sete pratos, um para cada Século, desde o Século XIV ao Século XX.

Cerca das 20:30, e para acompanhar o jantar de cozinha contemporânea que representa o século actual, são também reveladas mais novidades, nomeadamente o vinho Pedro e Inês Branco e Tinto, criado pelo enólogo Carlos Lucas para homenagear um dos maiores romances de amor da história da Humanidade.

Uma novidade importante é também a apresentação das renovações de que a Quinta das Lágrimas foi alvo nos seus interiores e exteriores, e que reforçam o seu estatuto de um dos mais emblemáticos hotéis de Portugal.

Da lenda que se confunde com a História recorda-se que em 1326 a Rainha Santa Isabel mandou fazer um canal para levar a água de duas nascentes para o Convento de Santa Clara onde viveu Inês de Castro, uma das fontes ficou com o nome de “Fonte dos Amores”, pois crê- se que foi ali que se deu a paixão de D. Pedro e Inês.

A outra fonte da quinta, foi denominada por Luís de Camões em “Os Lusíadas” como “Fonte das Lágrimas”. Camões escreve que esta nasceu das lágrimas que Inês chorou ao ser assassinada a mando de Afonso IV de Portugal. O sangue de Inês terá ficado nas rochas do leito, onde ainda hoje podemos ver pedras vermelhas.

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