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PSP pede intervenção

Notícias de Coimbra | 10 anos atrás em 05-05-2014

 O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) afirmou hoje, em Coimbra, que edifícios da PSP daquela cidade e da Figueira da Foz necessitam de intervenção.

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As instalações na Figueira da Foz são “vergonhosas”, apesar de “por fora terem aparência de estarem em bom estado e com espaço”, criticou Paulo Rodrigues, presidente da ASPP/PSP, contando que nesse espaço a “iluminação é fraca” e as casas de banho “não têm condições”, necessitando de uma “intervenção profunda”.

Também em Coimbra, o edifício do Comando Distrital apresenta “falta de espaço” e, apesar de ser recente (foi inaugurado em 2006), “não é efetuada a sua manutenção”.

A Esquadra de Trânsito de Coimbra, instalada na Casa Branca, e o edifício da Figueira da Foz poderão “ter amianto”, alertou ainda Paulo Rodrigues, considerando que se deve “verificar se têm ou não amianto” e que se resolva “o problema rapidamente”.

O presidente da ASPP/PSP criticou também o “mau estado da frota automóvel” e “as poucas viaturas” existentes.

Paulo Rodrigues falava à margem de uma visita ao edifício do Comando Distrital de Coimbra, perto das 16:00, tendo visitado a Divisão da Figueira da Foz de manhã.

O presidente da ASPP/PSP referiu ainda a necessidade da “renovação dos quadros”, havendo uma “média de idades de 50 anos”, em algumas esquadras, como é o caso da Figueira da Foz.

Para isso, seria “importante” consagrar a profissão “como de desgaste rápido”, no estatuto profissional da PSP, sublinhou, recordando a petição pública lançada hoje pela associação sindical com essa reivindicação.

Neste momento, um profissional da PSP reforma-se aos 60 anos, sendo que a ASPP/PSP defende que haja uma redução “para, pelo menos, os 55 anos”, devido ao “desgaste físico e psicológico”, influenciado pela “responsabilidade, risco e stress” do exercício desta profissão.

“O primeiro-ministro afirma que Portugal é um país seguro e tem razão. Mas se não houver renovação de quadros, daqui a cinco anos perde a razão e põe a segurança em causa”, advertiu.

 

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