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PSP destrói 6.828 armas de fogo e brancas

Notícias de Coimbra com Lusa | 1 hora atrás em 30-01-2026

A PSP vai destruir hoje 6.828 armas brancas e de fogo de várias tipologias e calibres, associando novamente esta ação ao Dia Mundial da Não Violência e Cultura da Paz.

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Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública avança que, entre 2013 e 2026, destruiu mais de 325.345 armas de vários modelos e calibres, apreendidas em operações ou entregues por populares e abatidas por aquela força policial, num número que tem vindo a oscilar ao longo dos anos, mas que tem apresentado uma descidas desde 2023, mas mais acentuada nos dois últimos anos.

As armas agora destruídas – armas de fogo longas (vulgo espingardas), armas de fogo curtas (pistolas e revólveres) e armas brancas – refletem, segundo a instituição, “a ação operacional da PSP ao nível da atividade criminal e administrativa”.

A PSP refere também que a entrega de armas voluntária em esquadras desde 2019 totaliza as 97.097, sofrendo igualmente variações, mas um acentuado decréscimo desde 2021: Em 2019 foram entregues voluntariamente 21.440, número que aumento no ano seguinte para 23.251, desceu em 2021 para 17.230, tendência que manteve nos anos seguintes, com 10.865 em 2022, 9.340 em 2023, 7.665 em 2024 e 7.306 em 2025.

A nota enviada à Lusa explica que “confirmada a inutilidade das armas entregues para a atividade operacional, formativa, técnica, museológica ou outra das forças de segurança, o diretor nacional da PSP determinou a sua adequada e preventiva destruição”.

Desde 2018, a PSP afirma que promoveu a reutilização de 1.926 armas, nas várias vertentes legalmente possíveis na lei, entre elas 551 armas afetas para formação e atividade operacional – onde se incluem armas de fogo (pistolas e shotgun) e bastões extensíveis, 920 armas para a coleção de espécimes da PSP – determinantes para a análise laboratorial e perícia balística e 769 para a coleção museológica.

O Dia Mundial da Não Violência e da Cultura da Paz é, segundo a PSP, “uma oportunidade para reafirmar o compromisso coletivo com a rejeição da violência e a promoção do diálogo, do respeito e da dignidade humana”.

“É neste sentido que a promoção de destruição de armas assume um forte valor simbólico e concreto, representando a escolha consciente de transformar instrumentos de agressão na construção de ações firmes, baseadas na cooperação, na prevenção de conflitos e na valorização da vida, contribuindo para comunidades mais seguras e para um futuro assente na convivência pacífica”, sublinha aquela polícia.