O líder distrital social-democrata reconheceu que o partido não errou na escolha do candidato.
Na sede distrital social-democrata, o ambiente era pesado. O resultado do candidato apoiado pelo partido ficou aquém das expetativas, com Paulo Leitão a fazer uma leitura que estas eleições foram unipessoais e não partidárias.
Depois de reconhecer que Marques Mendes era o candidato com melhores qualidades para exercer o cargo, o social-democrata entendeu o resultado como uma escolha da “novidade em vez da experiência”. E questionou: “será que a maioría parte dos portugueses e dos conimbricenses tem a percepção daquilo que são os poderes constitucionais e democráticos de um presidente da República?”.
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“O presidente da República não é um poder inovador, não é um presidente que vai fazer, vai inovar, o presidente da República vai regular, e é isso que nos assusta naquilo que são os resultados que tivemos este dia”, afirmou.
Questionado se não deveria ter apoiado a candidatura de Cotrim de Figueiredo em detrimento de Marques Mendes, Paulo Leitão mostrou-se ousado ao questionar que “se não houvessem sondagens a dar tanto a Cotrim de Figueiredo à frente de Luís Marcos Mendes, se calhar a pensar que os votos seriam transferidos do espaço do centro moderado para uma direita liberal, que seriam transferidos facilmente, se calhar acabaram muito facilmente com as sondagens dos últimos dias para a vitória de António José Seguro”.
Veja o Direto NDC com Paulo Leitão
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