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Autárquicas

PS de Coimbra não tem medo do Frankenstein

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“Uma manta de retalhos, trapos e mais trapos e um candidato Frankenstein com braços apartidários, olhos sociais-democratas, pernas conservadoras cristãs e joelhos de rir.” Foi com esta metáfora que o presidente da concelhia de Coimbra do Partido Socialista descreveu hoje a coligação de direita às eleições autárquicas, Juntos Somos Coimbra.

Durante a sessão de apresentação dos candidatos do PS e na presença de António Costa, Carlos Cidade afirmou que “o monstro político que tentaram criar tem clara falta de coração e razão” e reiterou que a “política não se faz de agremiações de votos, mas de projetos políticos e de uma paixão inabalável pela Cidade de Coimbra”.

O líder dos socialistas de Coimbra disse não terem sido metafóricos os efeitos das tempestades reais, como as cheias ou a pandemia, mas que Coimbra soube reerguer-se “como cidade, como comunidade”.

Numa alusão às obras da margem do Mondego, o atual vice-presidente da Câmara de Coimbra e número dois de Manuel Machado, disse ainda que o executivo PS “pôs mãos à obra para segurar os muros das margens do rio, fazer o desassoreamento e dar uma nova cara ao Mondego, desde o choupal a santa clara, do Parque da Cidade às Docas”.

“Fizemos isto juntos! O Machado, a Regina, o Jorge, a Carina, mas também os presidentes de junta de freguesia que foram inexcedíveis, a par dos incansáveis funcionários municipais.” – elogiou Carlos Cidade aludindo também ao combate à pandemia que considerou ser um desafio para as autarquias.

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