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Processo de adesão à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea abre dia 15

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O processo de adesão à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), plataforma de circulação, divulgação e promoção da arte contemporânea, abre no dia 15 de setembro, anunciou hoje a Direção-Geral das Artes (DGArtes).

Num comunicado hoje divulgado no seu site oficial, a DGArtes recordou que “podem solicitar a adesão à RPAC as entidades, sediadas em território nacional, que promovam atividades de valorização e dinamização da arte contemporânea, que assegurem um acesso público regular, que promovam uma programação cultural própria e que disponham de um orçamento de funcionamento e de condições técnicas necessárias para a produção de exposições e salvaguarda do património, próprio ou em depósito”.

Os pedidos de adesão são feitos através de um formulário que ficará disponível no ‘site’ da DGArtes “a partir do dia 15 de setembro”.

O diploma do Governo que criou a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, publicado em 11 de maio do ano passado em Diário da República, define-a como uma plataforma de dinamização que irá promover a interação de 120 instituições dispersas pelo país, já identificadas.

Este projeto em rede foi iniciado com a instalação do Centro de Arte Contemporânea de Coimbra, a partir do conjunto das obras pertencentes à coleção do ex-Banco Português de Negócios (BPN), na mesma altura em que o Governo desencadeou um mapeamento dos espaços vocacionados para a arte contemporânea no território nacional.

Para poderem aderir à RPAC, as entidades interessadas “deverão, ainda, entre outros requisitos, assegurar que a sua atividade principal não é de natureza lucrativa e dispor de um regulamento interno e enquadramento orgânico adequado à sua tipologia, dimensão, capacidade técnica e estratégia programática”.

A RPAC, que é “de adesão voluntária” e será “configurada de forma progressiva”, “pretende ampliar o acesso e a divulgação nacional e internacional da arte contemporânea portuguesa, conferindo-lhe centralidade, capacitando os seus agentes, promovendo o trabalho em rede, reforçando a sua visibilidade pública e contribuindo para o desenvolvimento socioeconómico e coesão dos territórios, para o incremento de práticas de descentralização e para a correção de assimetrias”.

Para o diretor-geral das Artes, Américo Rodrigues, a RPAC vai contribuir de forma decisiva para a alteração da paisagem cultural de arte contemporânea em Portugal.

“Há agora um mecanismo, uma ferramenta, não é mais do que isso, para desenvolver a circulação das obras arte contemporânea, a colaboração entre entidades, a produção de diversos conteúdos de reflexão e de investigação”, afirmou Américo Rodrigues, no final de julho na sessão de abertura da PARTE Summit, em Coimbra, apontando que esta rede vai permitir que se possam desenvolver boas práticas nos centros de arte contemporânea aderentes, bem como promover um programa de formação dos recursos humanos que trabalham nos equipamentos de arte contemporânea aderentes.

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