O Presidente da República pediu hoje uma explicação o mais rápido possível sobre os casos de mortes que ocorreram sem que tivesse chegado socorro do INEM, defendendo que os portugueses precisam de certezas nesta matéria.
Em declarações transmitidas no “Jornal Nacional” da TVI, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que tem de haver “uma explicação, um esclarecimento, o mais rápido possível”, sem especificar – no excerto que foi transmitido – por parte de quem.
“Eu sei que não é fácil para se saber exatamente o que se passou, mas o deixar passar muito tempo é negativo para a reação da opinião pública”, advertiu.
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Num outro excerto transmitido pela TVI, o chefe de Estado referiu que “o senhor primeiro-ministro já anunciou hoje que há mais ambulâncias” e disse esperar que “estejam localizadas onde devem ser localizadas, que haja uma capacidade de resposta”.
“Se há problemas a resolver em termos financeiros, que sejam resolvidos; se há problemas operacionais, que sejam resolvidos, porque as pessoas precisam de certezas, precisam realmente de esclarecimento e de certezas, como quem diz: se isto me acontecer a mim?”, acrescentou.
Durante esta semana, pelo menos três pessoas morreram depois de terem ligado para o INEM a pedir socorro e os meios não terem chegado a tempo.
O INEM abriu auditorias e invocou a falta de meios e a retenção de macas nos hospitais que as impede de ir atender a outras ocorrências.
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